Pesquisa sobre o lado cômico (ou divertido) da morte

07/11/2009 at 6:57 PM | In Cotidiano | 1 Comment
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Caros leitores, amigos e visitantes do Ne quid nimis

Olá pessoal,

Nosso amigo e grande divulgador da Doutrina Espírita, Renato Prieto, está montando uma nova peça baseada em HUMOR ESPÍRITA.

Peço àqueles que tenham algum material, tipo: histórias, ”causos” reais, piadas de morte, de mortos, de defuntos, etc, etc, que enviem o material o mais rápido possível, pois a montagem já está sendo feita a todo vapor.

Em tempo: Renato informa que terminou recentemente as filmagens do NOSSO LAR (grande produção) e que agora estão finalizando os efeitos especiais. Considera que o filme NOSSO LAR realmente ficou muito bom, e que sua estréia será em 2010.

Aqueles que quiserem, podem enviar o material diretamente ao Renato através do e-mail: renatoprieto@terra.com.br.

 

Abraços Fraternos,

Semíramis Alencar

nao estamos sozinhos 2

Nas entrelinhas da vida

06/11/2009 at 9:17 AM | In Arte e Cultura | 1 Comment
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Hoje conheci a metade ser humano de um artista. Não que eu não conseguisse antes enxergar, mas nas luzes da ribalta nem sempre conseguimos distinguir o “eu-pessoa” e o “eu-artista”.

Esse talentoso ator traz para arte  que representa, o produto final de suas angústias e privações : ele transpira arte, ele vivencia a arte mesmo quando está entre amigos – hoje pude vê-lo como ser humano inacabado, emocionalmente frágil, disposto a enfrentar mudanças e consciente de que seu caminho é àrduo, só seu e ninguém mais deveria o seguir, a não ser que esteja realmente consciente de que a trajetória não é nem um pouco fácil.

Esse ator é uma pessoa convincente, nada o falta – nem o faltará. Possui uma sorte imensa, um sorriso carismático e um discurso envolvente, até mesmo quando expõe suas falhas. Sua felicidade pode parecer arrogante muitas vezes, mas de uma arrogância tão doce que por vezes as pessoas parecem copiá-lo.

Hoje verdadeiramente entendo o porque de sua atitude reticente, suas palavras comedidas, seu jeito sério de me encarar: na verdade o sofrimento faz com que a gente deixe o coração sob uma  armadura de aço. O fato que é necessário muita coragem para fazer valer seus esforços e que ninguém sabe o duro que é enfrentar as disputas um sistema capitalista falho onde mil faces se apresentam como detentoras do poder que visam a qualquer momento te moer vivo, detonar sua auto-estima, duvidar de sua capacidade e de seu profissionalismo. No mundo dos poderosos,da selva de pedra e dos grandes interesses não há lugar para os humildes e bons de coração ainda mais quando seu ponto de vista e tudo o que o norteia está diametralmente oposto ao que te acontece. Caminhos opostos que precisa se ter ousadia e pulso firme, uma boa dose de palavrões para aguentar e fé, muita fé.

Conheci hoje verdadeiramente a pessoa que me convida a desempenhar arte de provar para mim mesma o que eu mais quero nos próximos anos – sei que isso não será tarefa fácil, ainda mais difícil será como posso o convencer que, sem reclamar ou impôr qualquer condição, eu fico do lado dele, para o que der e vier.

Na vida muitas vezes interpretamos diversos papéis, esse ser me mostrou que na vida real também há papéis bem difíceis de se interpretar, cabe a cada um de nós, compreender nas entrelinhas  da vida, as provas do amor de Deus !

Suco de Luz

04/11/2009 at 6:13 PM | In Cotidiano | Leave a Comment

O suco de luz é para ser tomado uma vez na semana, para pessoas enfermas uma vez na semana ou duas, para quem esta fazendo Quimioterapia tem que ser dias antes da sessao.

Suco de Luz – um santo remedio!! melhor colocar um pouco de acucar mascavo -

Como a Doutrina Espírita encara o Dia de Finados?

04/11/2009 at 12:26 AM | In Cotidiano | 2 Comments



FINADOS

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Como a Doutrina Espírita encara o Dia de Finados?


Realmente o tema desperta algumas dúvidas. Mesmo alguns companheiros espíritas perguntam se devem ou não ir aos cemitérios no dia 2 de Novembro, se isto é importante ou não.


Antes de tudo, lembremos que o respeito instintivo do homem pelos desencarnados, os chamados mortos, é uma consequência natural da intuição que as pessoas têm da vida futura.


Não faria nenhum sentido o respeito ou as homenagens aos mortos se no fundo o homem não acreditasse que aqueles seres queridos continuassem vivendo de alguma forma. É um fato curioso que mesmo aqueles que se dizem materialistas ou ateus nutrem este respeito pelos mortos.


Embora o culto aos mortos ou antepassados seja de todos os tempos, Léon Denis nos diz que o estabelecimento de uma data específica para a comemoração dos mortos é uma iniciativa dos druidas, antigo povo que viveu na região que hoje é a França. Os druidas, um povo que acreditava na continuação da existência depois da morte, se reuniam nos lares, não nos cemitérios, no primeiro dia de novembro, para homenagear e evocar os mortos.


A noção de imortalidade que a maioria das pessoas tem, no entanto, ainda é confusa, fazendo com que as multidões se encaminhem para os cemitérios, como se o cemitério fosse a morada eterna daqueles que pereceram.


O Espiritismo ensina o respeito aos desencarnados como um dever de fraternidade, mas mostra que as expressões de carinho não precisam ser realizadas no cemitério, nem é necessário haver um dia especial para que tais lembranças ou homenagens sejam realizadas.


Mas para os espíritos desencarnados o dia 2 de Novembro tem alguma coisa mais solene, mais importante? Eles se preparam para visitar os que vão orar sobre os túmulos?


É preciso entender que nossa comunicação com os desencarnados é realizada através do pensamento. As preces, as orações, são vibrações do pensamento que alcançam os espíritos.


Nossos entes queridos desencarnados são sensíveis ao nosso pensamento. Se existe entre eles e nós o sentimento de verdadeira afeição, se existe esse laço de sintonia, eles percebem nossos sentimentos e nossas preces, independente de ser dia de finados ou não.


Esse é o aspecto consolador da Doutrina Espírita: a certeza de que nossos queridos desencarnados, nossos pais, filhos, parentes e amigos, continuam vivos e continuam em relação conosco através do pensamento.


Não podemos privar de sua presença física, mas o sentimento verdadeiro nos une e eles estão em relação conosco, conforme as condições espirituais em que se encontrem.

Realizaram a grande viagem de retorno à pátria espiritual antes de nós, nos precederam na jornada de retorno, mas continuam vivos e atuantes.


Um amigo incrédulo uma vez nos falou:

“Só vou continuar vivo na lembrança das pessoas”.

Não é verdade. Continuamos tão vivos após a morte quanto estamos vivos agora. Apenas não dispomos mais deste corpo de carne, pesado e grosseiro.


Então, os espíritos atendem sim aos chamados do pensamento daqueles que visitam os túmulos. No dia 2 de Novembro, portanto, como nos informam os amigos espirituais, o movimento nos cemitérios, no plano espiritual, é muito maior, porque é muito maior o número de pessoas que evocam, pelas preces e pelos sentimentos, os desencarnados.

Questões sobre o tema:

- Se estes desencarnados pudessem se tornar visíveis, como eles se mostrariam?


Com a forma que tinham quando estavam encarnados, para que pudessem ser reconhecidos.


Não é raro que o espírito quando desencarne sofra ou provoque alterações na sua aparência, ou seja, no seu corpo espiritual. Espíritos que estão em equilíbrio mental e emocional podem se apresentar com uma aparência mais jovem do que tinham quando estavam encarnados, enquanto outros podem inclusive adotar a aparência que tinham em outra encarnação. Por outro lado, espíritos que estão em desequilíbrio podem ter uma aparência muito diferente da que tinham no corpo, pois o corpo espiritual mostra o verdadeiro estado interior do espírito.


- E quanto aos espíritos esquecidos, cujos túmulos não são visitados? Como se sentem?


Isto depende muito do estado do espírito. Muitos já reconhecem que a visita aos túmulos não é fundamental para se sentirem amados. Outros, no entanto, comparecem aos cemitérios na esperança de encontrar alguém que ainda se lembre deles e se entristecem quando se vêem sozinhos.


- A visita ao túmulo traz mais satisfação ao desencarnado do que uma prece feita em sua intenção?


Visitar o túmulo é a exteriorização da lembrança que se tem do espírito querido, é uma forma de manifestar a saudade, o respeito e o carinho. Desde que realizada com boa intenção, sem ser apenas um compromisso social ou protocolar, desde que não se prenda a manifestações de desespero, de cobranças, de acusações, como ocorre em muitas situações, a visitação ao túmulo não é condenável. Apenas é desnecessária, pois a entidade espiritual não se encontra no cemitério, e pode ser lembrada e homenageada através da prece em qualquer lugar. A prece ditada pelo coração, pelo sentimento, santifica a lembrança, e é sempre recebida com prazer e alegria pelo desencarnado.


- No ambiente espiritual dos cemitérios comparecem apenas os espíritos cujos corpos foram lá enterrados?


Não. Segundo as narrativas, o ambiente espiritual dos cemitérios fica bastante tumultuado no chamado Dia de Finados. E isto ocorre por vários motivos. Primeiro, como já dissemos, pela própria quantidade de pessoas que visitam os túmulos. Cada um de nós levamos nossas companhias espirituais, somos acompanhados pelos espíritos familiares. Depois, porque muitos espíritos que estão vagando desocupados e curiosos do plano espiritual também acorrem aos cemitérios, atraídos pelo movimento da multidão, tal como ocorre entre os encarnados. Alguns comparecem respeitosos enquanto outros se entregam à galhofa e à zombaria.

- E existem espíritos que permanecem fixados no ambiente do cemitério depois de sua desencarnação?


Sim, embora esta não seja uma ocorrência comum. Além disso, devemos nos lembrar que nos cemitérios, bem como em qualquer lugar, existem equipes espirituais trabalhando para auxiliar, dentro do possível, os que estão em sofrimento.


- Os espíritos dão alguma importância ao tratamento que é dado ao seu túmulo? As flores, os enfeites, as velas, os mausoléus, influenciam no estado espiritual do desencarnado?


Não. Somente os espíritos ainda muito ligados às manifestações materiais poderiam se importar com o estado do seu túmulo, e mesmos estes, em pouco tempo, percebem a inutilidade, em termos espirituais, de tais arranjos. O carinho com que são cuidados os túmulos só tem algum sentido para os encarnados, que devem se precaver para não criarem um estranho tipo de culto. Não devemos converter as necrópoles vazias em “salas de visita do além”. Há locais mais indicados para nos lembrarmos daqueles que partiram.


- E que tipo de local seria este?


O lar! Nossos entes familiares que já desencarnaram podem ser lembrados na própria intimidade e no aconchego de nosso lar, ao invés da frieza dos cemitérios e catacumbas. Eles sempre preferirão receber nossa mensagem de saudade e carinho envolvida nas vibrações do ambiente familiar. Qualquer que seja a situação espiritual em que eles se encontrem, serão alcançados pelo nosso pensamento. Por isso, devemos nos esforçar para, sempre que lembrarmos deles, que nosso pensamento seja de saudade equilibrada, de desejo de paz e bem-estar, de apoio e afeto, e nunca de desespero, de acusação, de culpa, de remorso.


- Mas a tristeza é natural, não?

Sim, mas não permitamos que a saudade se converta em angústia, em depressão. Usemos os recursos da confiança irrestrita em Deus, da certeza de Sua justiça e sua bondade. Deus é Amor, e onde haja a expressão do amor, a presença divina se faz. Vamos permitir que essa presença acalme nosso coração e tranquilize nosso pensamento, compreendendo que os afetos verdadeiros não são destruídos pela morte física, não são encerrados na sepultura. Dois motivos, portanto, para não cultivarmos a tristeza: sentimos saudades – e não estamos mortos; nossos amados não estão mortos – e sentem saudades…

Se formos capazes de orar, com serenidade e confiança, envolvendo a saudade com a esperança, sentiremos a presença deles entre nós, envolvendo nossos corações em alegria e paz.

Referências:

O Livro dos Espíritos – Allan Kardec (Questões 320 a 329).

Livro “Quem tem medo da morte?” – Richard Simonetti.

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TRUQUES PARA ABASTECER VEÍCULOS

04/11/2009 at 12:04 AM | In Cotidiano | Leave a Comment

TRUQUES PARA ABASTECER VEÍCULOS

O autor é engenheiro de segurança de uma refinaria há 31 anos. Assim que você levar a sério e passar a aplicar os truques, que a seguir são explicados, passará a aproveitar ao máximo seu combustível e, portanto, seu dinheiro. Esperamos que lhe sejam proveitosos.

1 - ENCHER O TANQUE SEMPRE PELA MANHÃ, O MAIS CEDO POSSÍVEL.
A temperatura ambiente e do solo é mais baixa. Todos os postos de combustíveis têm seus depósitos debaixo da terra. Ao estar mais fria a terra, a densidade da gasolina e do diesel é menor. O contrário se passa durante o dia, quando a temperatura do solo sobe, e os combustíveis tendem a expandir-se. Por isto, se você enche o tanque ao meio dia, pela tarde ou ao anoitecer, o litro de combustível não será um litro exatamente. Na indústria petrolífera, a gravidade específica e a temperatura de um solo têm um papel muito importante. Onde eu trabalho, cada carregamento de combustível nos caminhões é cuidadosamente controlado, no que diz respeito à temperatura, para que cada galão vertido no depósito (cisterna) do caminhão serja exato.

2 - QUANDO FOR PESSOALMENTE ENCHER O TANQUE, NÃO APERTE A PISTOLA AO MÁXIMO (PEDIR ISSO AO FRENTISTA, NO CASO DE SER SERVIDO).
Segundo a pressão que se exerça sobre a pistola, a velocidade pode ser lenta, média ou alta. Prefira sempre o modo mais lento, e poupará mais dinheiro. Ao encher mais lentamente, cria-se menos vapor, e a maior parte do combustível vertido converte-se num cheio real, eficaz. Todas as mangueiras vertedoras de combustível devolvem o vapor para o depósito. Se encherem o tanque apertando a pistola ao máximo, uma percentagem do precioso líquido, que entra no tanque do seu veículo, se tranforma em vapor do combustível, que, já contabilizado, volta pela mangueira (surtidor) ao depósito da estação. Isso faz com que os postos consigam recuperar parte do combustível vendido, e o usuário acaba pagando como se tivesse recebido a real quantidade contabilizada. Menos combustível no tanque e mais dinheiro gasto.

3 - ENCHER O TANQUE, ANTES QUE CHEGUE ABAIXO DA METADE.
Quanto mais combustível você tem no depósito, menos ar há dentro do mesmo. O combustível se evapora mais rapidamente do que você pensa; os grandes depósitos-cisterna das refinarias têm tetos flutuantes, no interior, mantendo o ar separado do combustível, com o objetivo de manter a evaporação ao mínimo.

4 - NÃO ENCHER O TANQUE QUANDO O POSTO ESTIVER SENDO REABASTECIDO, E NEM IMEDIATAMENTE DEPOIS.
Se você chega ao posto e vê um caminhão tanque abastecendo os depósitos subterrâneos, ou se o caminhão acabou de abastecer, evite, se puder, abastecer seu veículo nesse momento. Ao reabastecer os depósitos, o combustível jorrado faz com que o combústível, ainda restante nos mesmos, seja agitado. Os sedimentos assentados ao fundo acabam ficando em suspensão por um tempo. Assim sendo, você corre o risco de abastecer seu tanque com combustível sujo.

QUEM AVISA, AMIGO É!!!

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