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Posts com Tag ‘política’

A Bolsinha da DILMA
01/12/2009
Nota da autora – posso estar velha, mas ainda não perdi o bom senso
11/10/2009NOTA DA EDITORA – Posso estar velha, mas ainda não perdi o bom senso
Eu ainda paro para ouvir as manchetes dos jornais, para pensar ingênuamente que algo está sendo feito pela saude e pela justiça de nosso povo. Eu cansei de me indignar quando vejo bebês sendo enterrados vivos, mulheres sendo covardemente assassinadas, crianças sendo estrupadas, prostituídas muitas vezes sob o consentimento e o aliciamento de seus próprios pais. Meu coração se enfraquece cada vez que vejo um imbecil dizendo que a ditadura deveria voltar, que são à favor da censura, assim como da tortura e da instauração da pena de morte. Eu ainda acredito em Deus e na Democracia, por isso sou considerada velha.
Posso estar velha porém ainda não pedi a capacidade de me emocionar com atitudes como essa e sonhar com um Brasil melhor. Quem sabe meus filhos ou netos consigam?
Abraços,
Semíramis Alencar

Quem morre – Pablo Neruda
01/12/2008Quem Morre – Pablo Neruda
Quem morre? Morre lentamente Quem se transforma em escravo do hábito, repetindo todos os dias os mesmos trajetos, quem não muda de marca, não se arrisca a vestir uma nova cor ou não conversa com quem não conhece. Morre lentamente quem faz da televisão o seu guru.
Morre lentamente quem evita uma paixão, quem prefere o preto no branco e os pingos sobre os “is” em detrimento de um redemoinho de emoções, justamente as que resgatam o brilho dos olhos, sorrisos dos bocejos, corações aos tropeços e sentimentos.
Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz com o seu trabalho, quem não arrisca o certo pelo incerto para ir atrás de um sonho, quem não se permite pelo menos uma vez na vida, fugir dos conselhos sensatos.
Morre lentamente quem não viaja, quem não lê, quem não ouve música, quem não encontra graça em si mesmo.
Morre lentamente quem destrói o seu amor-próprio, quem não se deixa ajudar.
Morre lentamente, quem passa os dias queixando-se da sua má sorte ou da chuva incessante.
Morre lentamente, quem abandona um projeto antes de iniciá-lo, não pergunta sobre um assunto que desconhece ou não responde quando lhe indagam sobre algo que sabe.
Evitemos a morte em doses suaves, recordando sempre que estar vivo exige um esforço muito maior que o simples ato de respirar. Somente a perseverança fará com que conquistemos um estágio esplêndido de felicidade.
Pablo Neruda.
O LÚCIDO DO LÚDICO
Batizado como Neftali Ricardo Reyes, o poeta e diplomata Pablo Neruda nasceu, em Parral, no Chile, em julho de 1904. Adotou o pseudônimo “Pablo Neruda”, em homenagem ao poeta tcheco Jan Neruda.
Foi em Temuco que Neruda começou a encantar o mundo com sua poesia. Em 1921, no intuito de continuar seus estudos, vai para Santiago, onde publica seu primeiro livro “Crepusculário”. Já em 1924, ele publica “Vinte Poemas de Amor e uma Canção Desesperada”, que acabou por se tornar sua obra de maior popularidade, onde podemos encontrar reunidas, em um único livro, algumas das mais belas poesias de amor já escritas.
Em sua carreira diplomática, Neruda foi Cônsul em vários países entre os anos de 1927 a 1933. Socialista entusiasta, disseminava estes ideais pelos países por onde passava. Ao iniciar-se a Segunda Guerra Mundial foi nomeado Cônsul em Buenos Aires, onde conheceu o poeta espanhol Frederico Garcia Lorca, de quem era profundo admirador.
Em 1934, Neruda é transferido para Barcelona e depois para Madrid em 1935. Em meio à Guerra Civil Espanhola, ele publica o poema “Espanha no Coração”, onde declara o amor pelo novo país e busca em versos demonstrar seus anseios pela paz.
Regressou ao Chile em 1945 e no mesmo ano recebeu o “Prêmio Nacional de Literatura”. Neruda sai do país, após o Partido Comunista Chileno ser colocado na ilegalidade.
Depois de suas andanças pelo mundo, Neruda retorna ao Chile em 1970, para retirar sua candidatura à presidência em prol de seu amigo Salvador Allende, que é eleito. No período de 1970-72, exerce o cargo de Embaixador do Chile em Paris. Em 1971, recebe o “Prêmio Nobel de Literatura”.
De volta ao Chile em 1973, encontra um quadro de grande instabilidade política no país, que culmina num dos mais sangrentos golpes militares já vistos na América Latina, em 11 de setembro. Pouco tempo depois, em 23 de setembro, Neruda – que já havia retornado enfermo -, morre em circunstâncias pouco claras.
Neruda, este poeta que buscou no lirismo a lucidez para construir um mundo livre das injustiças, nos deixou muito mais do que sua belíssima obra. Ele nos ensinou, nos ensina e continuará nos ensinando e nos revitalizando através de seus versos, de suas metáforas, seus sonhos que ainda hoje são atuais e ompartilhados.

Samba do Gabeira, Caminhada pacífica 25/10 e show do Homem de Bem 29/10
24/10/200825/10
Comitê de voluntários à campanha de Gabeira- Caminhada silenciosa de apoio, saída do Leme (em frente a Av. Princesa Isabel), às 10h.
“43 – Eu sou Gabeira ele é a cara do meu Rio de Janeiro/ Um carioca verdadeiro/ eu sou Gabeira prá prefeito…” Confiram aqui o sambinha do Gabeira!!! e domingo, Rio, vote 43!!!!
Leia o artigo na íntegra: Gabeira diz: ” Domingo vamos surpreender de novo”
Para quem curte música indiana:
Vale a pena conferir a voz marcante do cantor TOMAZ LIMA (HOMEM DE BEM) NO TEATRO PRINCESA ISABEL, NO RIO DE JANEIRO – 29 de outubro de 2008, quarta-feira, 19h30
Informações pelo telefone 21 2210-1196 (Grupo Zênite)
Abaixo um dos mantras que eu mais amo Jaya jaya
E para quem não se lembra a música Madana Mohana Murari, que foi tema da novela Pedra sobre Pedra - Rede Globo
Abraços
Se

Blog do Roberto Jefferson / arte e cultura no CCBB-RJ
22/10/2008

Segundo ele, pela abrangência dos temas abordados na mostra, quem for ver a exposição vai poder formar sua própria opinião sobre os trabalhos apresentados. “Montei essa mostra para que o público pudesse encontrar suas preferências. A idéia é provocar a imaginação e inteligência de cada um”, diz Paulo.
Os trabalhos com sons serão conferidos em cabines. Dos 54 artistas, alguns já participaram de mostras no Brasil e em bienais. Outros já tiveram suas obras expostas no exterior.
Rua Primeiro de Março, 66 – Centro
Tel: (21) 3808.2020
De 21 de outubro a 4 de janeiro de 2009
Horário: de terça a domingo, das 10h às 21h
Entrada franca
Fonte: G1











