42º mês da Mulher Espírita de Duque de Caxias
18/10/2009 at 11:53 PM | In Cotidiano, Espiritismo | Leave a CommentTags: Amellie Boudet, Espiritismo, mulher, respeito
42º MÊS DA MULHER ESPÍRITA
DE DUQUE DE CAXIAS
HOMENAGEM A AMELIE BOUDET
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23/11/1795 23/01/1883
PROGRAMAÇÃO
| DIA | INSTITUIÇÃO ESPÍRITA | EXPOSITOR | HORÁRIO | CEU |
| 1º/11 | GRUPO ESPÍRITA MARIA MENEZES | RICARDO GOMES | 17H | 7º |
| 8/11 | FRATERNIDADE ANDRE LUIZ / Penha Circular | DARCY DAS NEVES | 17 H | CEERJ |
| 15/11 | INSTITUTO ESPÍRITA CAMINHEIROS DE JESUS | ELIZABETE CORREA | 17 H | 17º |
| 22/11 | GRUPO ESPÍRITA TRABALHADORES HUMILDES | DIANA M. FARIAS | 17H | 5º |
| 29/11 | UNIÃO MUNICIPAL ESPÍRITA DE DUQUE DE CAXIAS | MARCOS DE MARIO | 17H | – |
Peço a todos que divulguem em suas Instituições. Os convites oficiais estão na Gráfica e serão distribuídos em breve.
Irenice M. Jacinto
Dirigente do Departamento Feminino da UMEDUC
Delara Darabi, uma vítima real das leis islâmicas.
25/06/2009 at 9:28 PM | In Uncategorized | 1 CommentTags: direitos da mulher, Direitos Humanos, enforcamento, Islã, mulher
Delara Darabi (دلارا دارابى em farsi), 29 de setembro de 1986 – 1º de maio de 2009, foi uma mulher iraniana executada após ser condenada pelo assassinato de uma prima abastada de seu pai. Ela tinha 17 anos de idade na época do crime.
A princípio, Darabi confessou o assassinato, mas negou-o posteriormente, insistindo que o namorado dela, Amir Hossein, de 19 anos de idade, havia cometido o crime durante um assalto para roubar o dinheiro da vítima, de 65 anos de idade. A vítima, que foi esfaqueada até a morte, era mãe de três crianças.
Darabi passou cinco anos na cadeia após sua condenação. Durante, esse período, insistiu que havia sido convencida a assumir o crime no lugar do namorado, pois ele afirmou que ela não seria executada por ser menor de idade.
No corredor da morte Darabi desenvolveu gosto pela pintura e concluiu várias obras que retratavam seu encarceramento e afirmavam sua inocência. Uma exposição de suas obras foi feita em Teerã como parte de uma campanha em prol de sua libertação. O advogado de Darabi, Abdolsamad Khoramshahi, apelou contra a sentença, argumentando que ela havia sido condenada tendo por base somente sua confissão e que seu julgamento havia falhado em considerar tal evidência vital.
Darabi foi julgada por uma corte de primeira instância em Rasht, considerada culpada e condenada à morte. A sentença foi suspensa pela Suprema Corte. Ela sustentou sua inocência e afirmou que estava sob efeito de sedativos durante o assalto. Nesta fase, o presidente do judiciário iraniano tinha o poder de deter a execução e ordenar a revisão do caso. O namorado, Amir Hossein, supostamente recebeu uma pena de 10 de anos de prisão como cúmplice no crime.[1]
A Anistia Internacional fez várias declarações públicas sobre Darabi.[2][3][4][5][6]
Darabi tornou-se pintora e escreveu alguns poemas durante sua curta vida. Usou suas pinturas e poemas para expressar seus sentimentos. Em 2008, houve uma exposição de suas pinturas em Teerã e uma exposição similar foi efetuada em Estocolmo, em abril de 2007.[7][8][9][10]
Darabi tentou suicidar-se cortando os pulsos em 20 de janeiro de 2007. Todavia, sua colega de cela percebeu o ocorrido e pediu socorro. Ela foi levada para um hospital, onde se restabeleceu.[11]
Petições por clemência
A Anistia Internacional fez com que cartas de apoio à Darabi fossem enviadas às autoridades iranianas. O nome de Darabi também foi o primeiro na campanha Stop Child Executions.
Petição similar também foi feita em prol de outro menor iraniano, Nazanin Fatehi que também aguardava execução. Todavia, ela foi declarada inocente e libertada da prisão em 31 de janeiro de 2007. O caso recebeu atenção mundial.
Irã enforca mulher por assassinato cometido quando era menor
TEERÃ (Reuters) – O Irã executou uma mulher condenada pelo assassinato do primo de seu pai quando ela tinha 17 anos, afirmou a imprensa iraniana neste sábado.
Grupos defensores dos direitos humanos criticaram a execução na sexta-feira de Delara Darabi, 23, na cidade de Rasht, norte do país.
“Delara Darabi, pintora acusada de assassinato, foi executada na manhã de sexta-feira na prisão de Rasht sem ter seu advogado e sua família avisados de sua execução”, informou o jornal Etemad neste sábado.
A presidência tcheca da União Europeia condenou fortemente a execução de Darabi e pediu que o Irã “evite execuções juvenis”.
“Tais violações dos direitos humanos corroem as bases para a compreensão e entendimento mútuo entre o Irã e a União Européia”, afirmou a presidência em comunicado.
O Etemad afirmou que Darabi foi mantida presa por cinco anos e que inicialmente confessou o assassinato porque acreditava que seria perdoada uma vez que o crime foi cometido quando era menor de idade.
“A Anistia Internacional está ultrajada com a execução de Delara Darabi, particularmente com a notícia de que seu advogado não foi informado sobre a execução”, pontuou a instituição em seu site.
Grupos defensores de direitos humanos criticaram o Irã por sentenciar menores de idade à morte. O Irã afirmou que somente leva a cabo a pena de morte quando o prisioneiro atinge os 18 anos.
O país executou pelo menos 42 jovens criminosos desde 1990, incluindo sete em 2007, segundo grupos que afirmam que a Arábia Saudita e o Iêmen são os outros dois únicos países com tal prática.
Assassinato, estupro, adultério, roubo a mão armada, tráfico de drogas e apostasia são todos passíveis de punição com sentença de morte segundo a lei sharia do Irã.
Grupos de direitos humanos elogiaram o Irã quando este pareceu ter acabado com tais práticas em outubro de 2007. Mas um representante judicial esclareceu posteriormente a posição do Irã afirmando que os criminosos juvenis poderiam ainda enfrentar execução por assassinato, mas não pelos outros crimes capitais.
O Irã regularmente rejeita acusações de violação dos direitos humanos, afirmando que está seguindo a sharia islâmica e acusa governos ocidentais de serem ambíguos.
Filme ambientado no Irã examina a morte por apedrejamento
25/06/2009 at 8:49 PM | In Comportamento, Cotidiano, cinema, cultura, curiosidades | Leave a CommentTags: cinema, cinema Internacional, Desigualdades Sociais, Direitos Humanos, filme, Irã, Islã, mulher, Sharia
CHRISTINE KEARNEY – REUTERS
NOVA YORK – Uma mulher iraniana é condenada injustamente por adultério, amarrada, amordaçada e enterrada na terra até a cintura, para então ser morta a pedradas numa sequência sangrenta e chocante de um filme que chega aos cinemas americanos esta semana.
“The Stoning of Soraya M.” (O apedrejamento de Soraya M.) é uma dramatização baseada no best-seller do mesmo título escrito por um jornalista franco-iraniano sobre a morte de uma mulher num povoado iraniano em 1986.
O filme estreia em cidades norte-americanas na sexta-feira, em meio ao
ultraje internacional em torno dos protestos e derramamento de sangue
desencadeados no Irã pela eleição presidencial de resultados contestados. O
diretor do filme, Cyrus Nowrasteh, diz que o timing não foi planejado.
O objetivo é criar uma condenação dramática da prática da morte por
apedrejamento, que ainda ocorre em países que incluem Irã, Afeganistão,
Paquistão e Somália, disse Nowrasteh à Reuters.
Nascido nos EUA e de ascendência iraniana, o diretor, que passou parte de
sua infância no Irã, disse: “Basicamente, este filme trata da injustiça.”
“The Stoning of Soraya M.” foi rodado na Jordânia e tem no elenco a atriz
iraniana exilada Shoreh Aghdashloo, cuja personagem conta a um jornalista de passagem a história de sua sobrinha, assassinada depois de ser falsamente
acusada de infidelidade por seu marido, que queria o divórcio.
Nowrasteh disse que o filme não critica o islã ou especificamente o Irã, mas
aqueles que usam a religião para seus objetivos próprios em vários países.
No filme, as autoridades locais utilizam a lei islâmica sharia para incitar
os moradores do povoado a se voltarem contra sua amiga e vizinha.
“O filme mostra que as mulheres ainda são tratadas como cidadãs de segunda
classe em vários países, e que isso precisa mudar,” disse o cineasta.
O chefe do Judiciário iraniano, aiatolá Mahmoud Hashemi-Shahroudi, ordenou a suspensão das execuções por apedrejamento em 2002. Em agosto do ano passado, um porta-voz do Judiciário, Alireza Jamshidi, anunciou a suspensão de algumas execuções por apedrejamento, mas desde então ele disse que os juízes individuais ainda podem ordenar pedrejamentos, enquanto as leis não forem integradas.
A Anistia Internacional disse no mês passado que sete mulheres e dois homens tiveram sua execução por apedrejamento ordenada no Irã, mas que pode haver outros casos.
As leis do Afeganistão e Paquistão também permitem a morte por apedrejamento. Em outubro, islâmicos somalis mataram por apedrejamento uma mulher de 23 anos acusada de adultério. Ela foi enterrada até o pescoço numa praça do porto de Kismayu e morta diante de centenas de pessoas.
Freidoune Sahebjam, o jornalista franco-iraniano que em 1994 publicou o
livro sobre o qual o filme é baseado, morreu quando as lmagens começaram,
mas tinha aprovado o projeto, que é falado em persa.
Mulher, sexo frágil sim!
23/03/2009 at 7:03 PM | In Arte e Cultura, Brasil, Campanhas, Comportamento, Cotidiano, Educação, Família, Humanidade, cultura, literatura, sociedade | 5 CommentsTags: artigos, comunicação, Cotidiano, diferenças, mulher, mulheres, pontos de vista, sociedade
Por Luciano Cazz
Sou contra a essa história de direitos iguais para as mulheres. Elas têm uma natureza completamente diferente dos homens, tanto fisicamente quanto na psique. Sem querer generalizar, são praticamente outros seres. Mulheres são delicadas. O jeito, a pele, a voz, a maneira como balançam os cabelos, como resolvem os problemas e tratam as pessoas. Mulheres, não costumam sair na porrada, elas choram. Não são grossas, fazem carinha de cocker.
As mulheres se preservam, enquanto os homens são promíscuos. Por isso traem por tesão e elas por conveniência, até porque, não precisam de ninguém para sentir prazer e ainda têm orgasmos múltiplos.
Mulheres, geralmente, gostam de concertos, Roberto Carlos, shopping. Nós somos loucos por futebol. Final de campeonato, estádio lotado, chopp, amigos, gritos contra o juiz, enquanto elas podem estar regando as plantas e mal sabem o que é um impedimento, mesmo no país do futebol.
Mulheres não sabem dirigir. É cientificamente comprovado que não nasceram para isso, e sim para terem um motorista, homem, é claro.
Mulheres, normalmente, não ambicionam poder, não desviam dinheiro, ou planejam golpes. Não são corruptas, só querem ficar lindas. Cabelo esvoaçante, unhas bem feitas, sutiã que levante o peito ou 200mls. Roupa que esconda os pneus, as celulites e valorize as curvas. Elas querem ficar livres das estrias que nós nem ligamos, passar alguma maquiagem e claro, sapato alto.
Para os homens. Ou será para as outras mulheres? Mulheres são o sexo frágil sim. Ou pela menos a maioria delas. O que não significa sexo inferior, pelo contrário, elas são sócias de Deus. Podem gerar uma vida e a possibilidade da gravidez as torna sagradas.
E, mesmo assim, muitas delas vêm com esse papo ingênuo de direitos iguais. Como, se os deveres são diferentes? Não sejam tolas mulheres! Não caiam nessa cilada capitalista de que precisam ser iguais aos homens quando nós deveríamos nos aproximar de vocês para deixarmos de ser tão grosseiros.
É um truque para que deixem seus filhos em casa, sendo criados pela babá, pela avó ou por ninguém, para irem tentar uma carreira com salários injustos e movimentar o mercado, gerar capital, aumentar o lucro das empresas e contribuir na manutenção de um sistema covarde.
Óbvio que pode ser muito melhor uma mulher na direção de uma empresa, quiçá na presidência do Brasil, mas vocês foram inventadas com tamanha importância e extrema sensibilidade que foram designadas a cuidar do principal: a família.
Na Bíblia quando Deus expulsou os ditos pecadores do paraíso, disse: “Adão, você terá de trabalhar para conseguir seu sustento e você, Eva, sentirá dores no parto.” Ou seja, as mulheres nasceram para ser as mães porque ninguém melhor do que elas para assumir tamanha responsabilidade. É como numa colméia. A abelha rainha representa as mulheres, colocando e cuidando dos ovos e as operárias, os homens. Trabalham duro nas ruas para colher o pólen. E um depende intrinsecamente do outro.
É claro que num país que arrecada exorbitantes quantias em impostos e o governo de péssima fama, devolve hospitais falidos e uma educação chula, impossível dizer “não trabalhem.” Até por que muitas gostam do que fazem.
Mas compreendam que vocês não são o sexo inferior. E talvez, quando entenderem essa realidade, tornem-se mais seguras e, portanto, mais amigas das outras mulheres, falem menos, dispensem a fofoca e usem menos da mentira para manipular situações. Talvez o número do salto diminua e a preocupação com o peso também. Talvez parem de fazer charminho e usar códigos, afim de que nós homens consigamos ler seus pensamentos para que se sintam especiais.
Vocês já são especiais! No dia que todas as mulheres entenderem que são princesas e que homens são plebeus, os filhos estarão seguros, as famílias estarão salvas, e o mundo será um lugar melhor. E esse meu ponto de vista não será de um cara machista, mas sim, de um homem humilde, ciente do seu lugar…
Luciano Cazz é ator e editor do Jornal Folha Zona Sul contato@algoadizer.com.br
Assumir-se ou não, eis a questão
04/11/2008 at 2:15 PM | In Arte e Cultura, Brasil, Fotografia | 1 CommentTags: Arte e Cultura, atualidade, autoestima, autovalorização, beleza, Book, Cotidiano, ensaio fotográfico, Fotografia, mulher, nu, nudez, Playboy, sensualidade, sexualidade, sociedade
Há algumas campanhas publicitárias que me chamam a atenção por despertar em homens e mulheres a autoconfiança e especialmente, a valorização de sua imagem.
Por exemplo: lembram-se das campanhas passadas da Dove e da Natura, onde beleza não tinha idade e nem padrões pré-estabelecidos? aquelas propagandas fizeram sucesso pois conscientizavam a mulher de que ela não precisa ser uma top model ou estrela Global para se achar bela e atraente.
Essa notícia eu li no Guia da Semana SP e achei a idéia o máximo.
Na matéria Uma Playboy para chamar de sua, de Nathalya Buracoff, mostra uma nova tendência feminina: a de se aceitar como é. Com todas as celulites e quilinhos à mais, algumas mulheres procuram fazer ensaios fotográficos como forma de se verem, de forma diferente da normal. Uma saudável brincadeira com nosso corpo, o qual, com um tratamento fotográfico especial, não fica devendo nada aos ensaios fotográficos das revistas masculinas.
Porém, a maioria das clientes não pede muitas alterações e querem ser valorizadas da forma como são. Muito mais do que a aprovação do parceiro, em todos os ensaios, as verdadeiras presenteadas são as próprias modelos que, frente às lentes fotográficas, resgatam o poder de sedução que toda mulher possui, mas que muitas vezes fica encoberto pela baixa auto-estima.
“Idade e tipo físico não são empecilhos para a realização das fotos e a agência tem clientes de 20 a 60 anos. As fotografas entregam o jogo e revelam que há diversos truques e poses que ajudam a valorizar pontos fortes e disfarçar imperfeições. Além disso, uma boa iluminação ajuda bastante na hora do clique.
As fotógrafas montaram um blog, no qual relatam os depoimentos de algumas clientes que passam por um processo de resgate do amor próprio depois de se verem como mulheres sedutoras em poses que refletem pura volúpia à flor da pele. “Fiquei me namorando nas fotos e isso foi maravilhoso! Me senti a Gisele Bündchen. Qualquer mulher se sentiria, a gente fica poderosa! Nós merecemos nos ver com outros olhos e saber que somos lindas!”, afirma uma das clientes da agência.”
Sobre a Dupla de Fotógrafas – Nude
“A proposta é inusitada e instiga a curiosidade do público. Afinal, por que duas fotógrafas se dedicariam a clicar mulheres comuns em poses sensuais? Tudo começou no final de 2006, quando Darcy Toledo estava em um churrasco na casa de um amigo e o assunto era a garota da Playboy: “Foi quando uma amiga minha me contou que tinha muita vontade de fazer um ensaio sensual e surpreender o seu noivo, mas a vergonha de ser fotografada por um homem atrapalhava a realização deste sonho. Depois, ela me disse que se eu a fotografasse ela faria numa boa e então eu fiquei com essa idéia na cabeça.”
“Após alguns dias a fotógrafa convidou Jane Wlater, sua colega de profissão, e juntas montaram este projeto. Hoje, elas já clicaram mais de 100 mulheres e em média, atendem de oito a 15 clientes por mês. “Nos dedicamos somente a Nude. Nossa equipe é 100% feminina e fazemos questão de cuidar de tudo pessoalmente, desde o primeiro contato até a entrega do material, passando por todos os detalhes, inclusive o tratamento das imagens.”, diz Jane.”
Por incrível que pareça protagonizar um momento sexy woman, não custa tanto variando entre R$ 1.250,00 e R$ 2.330,00. O que diferencia o valor do pacote é o acabamento que a cliente quer dar para as fotos, que pode ser um álbum ou até mesmo uma revista. O mais legal é que o serviço inclui cerca de 5 horas de sessão fotográfica, com cinco figurinos diferentes; maquiadora profissional durante toda a sessão; locação em São Paulo, a Constantine Boutique, e os motéis Lumini ou Acaso; produção do cenário, com plumas e tecidos; um fotolivro; o tratamento de até 30 imagens em Photoshop e um CD com as fotos da sessão em alta resolução. Esta aí uma excelente dica de presente de natal ou de qualquer outra data (aniversário então, nem se fala!)
Assumir-se como mulher plena de sua beleza não é uma questão apenas de vaidade ou de volúpia, mas de autovalorização. Muitas mulheres, ao terem filhos ou passados muitos anos de casamento se julgam sem atrativos pessoais e velhas, passando a vestir o chadór da vergonha ou da pseudo seriedade.
Assumir-se ou não enquanto um ser humano que necessita de fantasias e principalmente de se sentir bem consigo mesma não só é uma questão de sabedoria de vida, mas de felicidade por estar vivo!
Maiores detalhes no site da Nude
Abraços
Se
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