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Site planta árvores quando você faz buscas na internet
09/10/2009Uma ótima dica para plantar àrvores com apenas um clique e uma busca!
Combater as alterações climáticas é uma responsabilidade de todos e significa reduzir emissões de gases que contribuem para o aumento do efeito estufa. O Carbono Zero (free carbon) é um instrumento que permite a cidadãos e empresas concretizar esta responsabilidade. Este instrumento consiste no plantio de árvores para neuralizar o co2 produzido, ou seja, nossa reduzir nossa pegada de carbono.
Neste sentido, o site eco4planet auxilia a reduzir o consumo de energia ao ter fundo preto, e mais interessante ainda, efetua o plantio de árvores de acordo com o número de pesquisas realizadas através dele. O eco4planet utiliza o sistema Google™ Pesquisas Personalizadas, mantendo assim a mundialmente reconhecida capacidade das buscas Google™, com um visual também simples e rápido, porém inovador na utilização predominante da cor preta para gerar economia de energia. Sua criação prova que pequenas ações diárias podem gerar economia de energia, resultando em menores gastos e ainda vários outros benefícios.
Para mais detalhes você pode ir:
Ao site do eco4planet http://www.eco4planet.com/pt/
Ou visualizar o post do blog na raiz que comenta esta iniciatva: http://naraiz.wordpress.com/2009/10/08/ecoplanet/#more-59

O PLANETA ESTÁ DENTRO DE NÓS – ANDRÉ TRIGUEIRO
09/10/2009REPORTAGEM RECEBIDA E REPASSADA PELO AMIGO LUISMAR ORNELLAS
Neste último sábado, participando de uma palestra/debate, com o confrade André Trigueiro, que está lançando o livro “Espíritismo e Ecologia”, editado pela FEB, veio-nos a inspiração de levar aos amigos do orkut, um capítulo desta obra.
“Tanto o Espiritismo quanto a Ecologia oferecem ferramentas importantes para a compreensão da realidade que nos cerca.
Espíritas e ecologistas investigam, cada qual a seu modo, as relações que sustentam e emprestam sentido à vida. Defendem uma nova ética, mais comprometida com os interesses coletivos, e uma atenção maior com o planeta que nos acolhe.
Reconhecem a existência de forças que atuam positivamente em defesa do planeta, da manutenção da vida e da biodiversidade; as limitações desses agentes e o risco de desmancharmos o tabuleiro sobre o qual esses sistemas se mantem estruturados.
Se a ciência ecológica oferece um amplo espectro de observação, interligando sistemas que variam do micro ao macrocosmo, o Espiritismo desdobra esse olhar na direção do plano invisível, alargando enormemente o campo de investigação. De forma clara e objetiva, o livro instiga o leitor a perceber que as múltiplas crises que experimentamos na atualidade (econômica, ambiental, social, ética) demandam uma nova percepção da realidade e um nível de comprometimento maior com a vida em suas mais diversas manifestações.
ANDRÉ TRIGUEIRO é jornalista com pós-graduação em Gestão Ambiental pela COPPE/UFRJ, criador e professor da disciplina “Jornalismo Ambiental” no curso de Comunicação Social da PUC/RJ, autor, além deste, do livro “Mundo Sustentável” – abrindo espaço na mídia para um planeta em transformação (Ed. Globo, 2005). Coordenador e um dos autores do livro “Meio Ambiente no Século 21″ (Ed. Sextante, 2003; em 5ª edição pela Ed. Autores Associados, 2008).
Desde de 1996 vem atuando como reporter e apresentador do “Jornal das Dez” da Globo News, canal em que produziu, roteirizou e apresentou programas especiais ligados à temática socio-ambiental. “
Vamos agora ao texto:
O PLANETA ESTÁ DENTRO DE NÓS – ANDRÉ TRIGUEIRO
Somos feitos rigorosamente dos mesmos elementos que constituem o planeta. A palavra homem, de onde vem Humanidade, tem origem no latim húmus. A palavra Adão, que aparece simbolicamente no Velho Testamento como a primeira criatura humana, significa terra fértil em hebraico. Essa mesma terra – que empresta o nome ao planeta e à nossa espécie – se revela no mais rudimentar dos exames de sangue, quando descobrimos que por nossas veias transportamos minérios que jazem nas profundezas do solo. Ferro, zinco, cálcio, selênio, fósforo, manganês, potássio, magnésio e outros elementos são absolutamente fundamentais à nossa saúde e bem-estar. Se descuidamos da ingestão desses nutrientes – presentes em boa parte dos alimentos – nosso metabolismo fica exposto a diferentes gêneros de desequilíbrio e doenças.
O mesmo ocorre em relação à água. As primeiras estruturas microscópicas de vida do planeta apareceram nas águas salgadas e quentes dos mares primitivos. Também quente é o líquido que nos envolve durante todo o período de gestação no útero materno. O soro fisiológico – bem como o soro caseiro – salva vidas quando recompõe a tempo nossa necessidade deste precioso líquido. Por um capricho divino, a proporção de água no planeta (70%) é a mesma com que esse elemento compõe o nosso corpo físico. Precisamos ingerir pelo menos 2,5 litros de água por dia para assegurar o bom funcionamento do metabolismo, irrigando células, glândulas, órgãos, tecidos. Também precisamos de uma quantidade mínima de água no ar que respiramos. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), se a umidade relativa do ar oscilar entre 20% e 30%, deve-se considerar estado de atenção; entre 12% e 20%, é estado de alerta; abaixo de 12%, é estado de emergência. É absolutamente desagradável – e ameaça a saúde – repirar num ambiente com pouco vapor d’água misturado ao ar.
O elemento fogo se revela simbolicamente em diferentes fenômenos fundamentais à manutenção da vida. Vem do Sol a energia que sutenta todas as estruturas vitais do planeta, cujo núcleo é composto de uma grande massa de magma incandescente. O que se convencionou chamar de EFEITO ESTUFA é a capacidade de a atmosfera reter parte do calor irradiado pelo Sol. Trata-se de um fenômeno natural, que assegura a manutenção da temperatura média do globo na faixa de 15C. Não fosse possível reter esse calor através dos gases que compõem a atmosfera, a temperatura média do planeta seria de 23C negativos, reduzindo-se drasticamente a presença da vida na Terra. O aquecimento global é o agravamento do efeito estufa, causado principalmente pela queima progressiva de petróleo, carvão e gás, que gera inúmeros problemas à Humanidade por meio de mudanças climáticas. Por fim, somos animais de sangue quente graças ao trabalho ininterrupto de um poderoso músculo do tamanho de uma mão fechada, que irriga vida para todas as partes do corpo humano. O coração é a grande usina de calor do organismo, símbolo maior do amor e da nossa capacidade de doar, de nos entregar e de manifestar os mais nobres sentimentos.
O ar é o elemento mais urgente para nossa existência. Podemos passar vários dias sem ingerir alimentação sólida, um número menor de dias sem líquidos, mas apenas alguns poucos instantes sem ar. Na milenar tradição mística da Índia, o prana – ou força vital – é absorvido pela respiração. Numerosas práticas de meditação preconizam a necessidade de respiramos com consciência, entendendo a inspiração e a expiração como importante ferramenta de troca de energia com o meio que nos cerca. A respiração profunda regula o batimento cardíaco, harmoniza os centros de força (ou chacras) que acumulam e distribuem a energia vital, ajuda a clarear o raciocínio e apaziguar as emoções.
Considerando a importância estratégica de todos esses elementos para nossas vidas, é forçoso reconhecer que sem água potável, terra fértil, ar respirável e incidência adequada de luz e calor nosso projeto evolutivo encontra-se ameaçado.
As condições cada vez menos acolhedoras de nossa casa (oikos) tornam o ambiente hostil à vida humana por nossa própria imperícia, imprudência ou negligência. Sofremos as consequências dos estragos que determinamos ao meio que nos cerca porque, na verdade, o que está fora também está dentro. Não e mais possível separar a Humanidade do planeta. “O meio ambiente começa no meio da gente”.(1)
No capítulo X de A Gênese, Allan Kardec ratifica este princípio comum ao dizer que “são os mesmos elementos constitutivos dos seres orgânicos e inorgânicos, que os sabemos a formar incessantemente, em dadas circunstâncias, as pedras, as plantas e os frutos”.(2) O que vale para o corpo físico também vale para a substância que envolve o Espírito, como aparece explicado no primeiro capítulo de O Livro dos Espíritos. É o que na Doutrina se convencionou chamar de perispírito.
- De onde tira o Espírito o seu invólucro semimaterial?
- Do fluído universal de cada globo, razão por que não é idêntico em todos os mundos, Passando de um mundo a outro, o Espírito muda de envoltório, como mudais de roupa.
- Assim, quando os Espíritos que habitam mundos superiores vêm ao nosso meio, tomam um perispírito mais grosseiro?
- É necessário que o revistam da vossa matéria, já o dissemos.(3)
Esse fluído cósmico universal – matéria-prima de tudo o que existe – assume diferentes formas e texturas na exuberante rede de sistemas que se desdobram pelo Universo. Somos todos, essencialmente, feitos da mesma coisa. A compreensão dessa realidade poderá determinar o aparecimento de uma nova ética existencial, na qual nos reconheçamos como parte do Todo, e a razão pela qual o Universo existe.
(1) Frase do poeta e jornalista brasiliense Tetê Catalão.
(2) Kardec, Allan. A Gênese, capítulo X, ítem 15.
(3) Kardec, Allan. O Livro dos Espíritos, questão 94.

PARTIDA E CHEGADA A Relação entre espiritismo e ecologia
09/10/2009Outro artigo maravilhoso do blog
PARTIDA E CHEGADA |
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A RELAÇÃO ENTRE ESPIRITISMO E ECOLOGIA Posted: 05 Oct 2009 02:52 PM PDT
O que o espiritismo diz sobre ecologia?
André Trigueiro: A expressão “ecologia” foi cunhada na Alemanha apenas nove anos depois de uma primeira edição de O “Livro dos Espíritos” ter Sido lançada na França, no século XIX inspiradíssimo do evolucionismo, do positivismo, do comunismo, da psicanálise, e de outras correntes referenciais de pensamento para parcela expressiva da humanidade. Ecologia e Espiritismo explicam, cada qual ao seu modo, um universo sistêmico e interligado, o uso racional dos recursos naturais Baseado no Princípio da Necessidade – e da opulência não -, uma nova ética solidária que leve em conta os Interesses de todos e não de uma minoria, o respeito a todos os seres viventes. Ecologistas e Espíritas também Reconhecem um Existência de Mecanismos de autoproteção da Terra, embora expliquem isso de formas distintas. E estudam os efeitos colaterais da poluição nos dois planos da vida: enquanto uma ecologia investiga o impacto dos Poluentes na matéria (ar, água, solo), o espiritismo desdobrá-se na investigação dos impactos de outros gêneros de Poluentes (formas-pensamento, miasmas, etc) no campo sutil, no plano astral, também chamado de psicosfera.
Como uma ética religiosa pode ajudar um preservar a natureza?
Onde se aceita a idéia de Deus, a natureza é Entendida como obra divina, onde o sagrado se manifesta de forma rica e exuberante. Depredar a natureza significa macular um sistema em equilíbrio que dispõe de tudo o que nos é necessario para que possamos viver bem. De uns tempos para cá, diversas tradições vem descobrindo uma riqueza da teologia para explicar ambiental, cada qual é a seu modo, como as leis que regem uma vida eo universo PRECISAM ser respeitadas em favor de nós mesmos. Não estamos desconectados do meio que nos cerca. Na verdade, essa ligação é visceral e intrínseca. Se equilíbrio é sinônimo de sustentabilidade, quem busca o equilíbrio Através da religião precisa ser sustentável. Você acha que se as pessoas tivessem mais espiritualidade melhor, cuidariam do ambiente?
Como você descobriu o espiritualismo?
Em 1987, tive uma curiosidade irrefreável de investigar os livros de cabeceira de minha mãe Estavam, onde as obras básicas da Doutrina Espírita. Então iniciei uma Aproximação que não teve mais freios nem pudores. Já na juventude, fazendo enormes questionamentos de ordem existencial e procurando respostas que não encontrei em outras religiões, me senti muito bem amparado pelo Espiritismo. Foi um processo natural. ![]() Como você começou um relacionar com uma espiritualidade um Ambie preservaçãontal? Há seis anos, fui convidado para fazer uma palestra em um centro espírita do Rio de Janeiro pelo saudoso escritor, musicoterapeuta e médium Luiz Antônio Millecco, fundador da Sociedade Pró-Livro Espírita em Braile (SPLEB). O tema era “Ecologia e Paz”. Creio que o livro começou uma palestra nesta nascer. De lá para cá, Através de minhas pesquisas, descobri que o pedagogo francês Hippolyte Léon Denizard Rivail (que usou o pseudônimo de Allan Kardec ao assinar como obras básicas do espiritismo) eo naturalista alemão Ernst Haeckel, tido como o Pai da Ecologia, eram homens de ciência que Deixaram um legado importantíssimo para os dias de hoje, o melhor em que Tentamos entender a origem de múltiplas crises (econômica, social, ética, ambiental) e os caminhos para resolvê-las. |











