PARTIDA E CHEGADA A Relação entre espiritismo e ecologia
09/10/2009 at 4:48 AM | In Cotidiano | Leave a CommentTags: cultura, Ecologia, espiritsmo, JORNALISMO, meio ambiente
Outro artigo maravilhoso do blog
PARTIDA E CHEGADA |
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A RELAÇÃO ENTRE ESPIRITISMO E ECOLOGIA Posted: 05 Oct 2009 02:52 PM PDT
O que o espiritismo diz sobre ecologia?
André Trigueiro: A expressão “ecologia” foi cunhada na Alemanha apenas nove anos depois de uma primeira edição de O “Livro dos Espíritos” ter Sido lançada na França, no século XIX inspiradíssimo do evolucionismo, do positivismo, do comunismo, da psicanálise, e de outras correntes referenciais de pensamento para parcela expressiva da humanidade. Ecologia e Espiritismo explicam, cada qual ao seu modo, um universo sistêmico e interligado, o uso racional dos recursos naturais Baseado no Princípio da Necessidade – e da opulência não -, uma nova ética solidária que leve em conta os Interesses de todos e não de uma minoria, o respeito a todos os seres viventes. Ecologistas e Espíritas também Reconhecem um Existência de Mecanismos de autoproteção da Terra, embora expliquem isso de formas distintas. E estudam os efeitos colaterais da poluição nos dois planos da vida: enquanto uma ecologia investiga o impacto dos Poluentes na matéria (ar, água, solo), o espiritismo desdobrá-se na investigação dos impactos de outros gêneros de Poluentes (formas-pensamento, miasmas, etc) no campo sutil, no plano astral, também chamado de psicosfera.
Como uma ética religiosa pode ajudar um preservar a natureza?
Onde se aceita a idéia de Deus, a natureza é Entendida como obra divina, onde o sagrado se manifesta de forma rica e exuberante. Depredar a natureza significa macular um sistema em equilíbrio que dispõe de tudo o que nos é necessario para que possamos viver bem. De uns tempos para cá, diversas tradições vem descobrindo uma riqueza da teologia para explicar ambiental, cada qual é a seu modo, como as leis que regem uma vida eo universo PRECISAM ser respeitadas em favor de nós mesmos. Não estamos desconectados do meio que nos cerca. Na verdade, essa ligação é visceral e intrínseca. Se equilíbrio é sinônimo de sustentabilidade, quem busca o equilíbrio Através da religião precisa ser sustentável. Você acha que se as pessoas tivessem mais espiritualidade melhor, cuidariam do ambiente?
Como você descobriu o espiritualismo?
Em 1987, tive uma curiosidade irrefreável de investigar os livros de cabeceira de minha mãe Estavam, onde as obras básicas da Doutrina Espírita. Então iniciei uma Aproximação que não teve mais freios nem pudores. Já na juventude, fazendo enormes questionamentos de ordem existencial e procurando respostas que não encontrei em outras religiões, me senti muito bem amparado pelo Espiritismo. Foi um processo natural. ![]() Como você começou um relacionar com uma espiritualidade um Ambie preservaçãontal? Há seis anos, fui convidado para fazer uma palestra em um centro espírita do Rio de Janeiro pelo saudoso escritor, musicoterapeuta e médium Luiz Antônio Millecco, fundador da Sociedade Pró-Livro Espírita em Braile (SPLEB). O tema era “Ecologia e Paz”. Creio que o livro começou uma palestra nesta nascer. De lá para cá, Através de minhas pesquisas, descobri que o pedagogo francês Hippolyte Léon Denizard Rivail (que usou o pseudônimo de Allan Kardec ao assinar como obras básicas do espiritismo) eo naturalista alemão Ernst Haeckel, tido como o Pai da Ecologia, eram homens de ciência que Deixaram um legado importantíssimo para os dias de hoje, o melhor em que Tentamos entender a origem de múltiplas crises (econômica, social, ética, ambiental) e os caminhos para resolvê-las. |
8 gestos que usamos diariamente e não sabemos porque
29/09/2009 at 10:09 AM | In Comportamento, Cotidiano, curiosidades | 3 CommentsTags: costumes, Cotidiano, cultura, cultura popular, gente, gestos, Humanidade
Todos os dias interagimos com gestos, frases e costumes que têm origens perdidas há muito tempo.
Esta lista mostra alguns desses gestos e tradições com suas histórias desconhecidas.
Se você souber da história de algum outro costume que não está listado, compartilhe nos comentários!
8. Apertar as mãos
O aperto de mãos é utilizado como cumprimento e como forma de selar contratos verbais há mais de dois milênios. O gesto demonstra que a mão não tem nenhuma arma, e é um símbolo de boa vontade e confiança. O costume era que a mão direita fosse usada para selar um acordo, e a esquerda para acabar com ele.
Uma das teorias se refere à Idade Média, quando os cavaleiros ofereciam a mão direita em uma clara mensagem de que não pretendiam lutar, já que esta era a mão utilizada para empunhar a espada.
Em muitas comunidades árabes acenar com a mão esquerda é uma grave ofensa, pois é considerada impura.
7. Saudação com dois dedos em V
Este símbolo tão utilizado teve vários significados com o passar dos anos. O estadista britânico Winston Churchill, por exemplo, costumava usar o V em sinal de vitória em questões políticas. Na década de 60, o símbolo foi ligado ao seu significado mais conhecido, de paz e amor.
Acredita-se que a primeira vez que o gesto foi feito foi na batalha de Agincourt, em 1415. Arqueiros franceses ameaçaram arrancar dois dedos dos arqueiros (que eram a força principal de ataque) britânicos, aqueles que seguram a corda do arco, durante a batalha. Depois da batalha, os britânicos exibiram seus dois dedos, mostrando que eles ainda estavam intactos.
6. Abençoar espirros
Como já publicamos aqui neste artigo, o costume de dizer saúde ou deus te abençoe para alguém que espirra é muito antigo. Uma das histórias mais aceitas sobre isso é que, antigamente, na Europa, durante as crises da peste bubônica, acreditava-se que a alma da pessoa ficava desprotegida durante o espirro, e por isso as pessoas abençoavam quem espirrava, para protegê-los.
Em algumas culturas, como a alemã, a expressão usada depois de um espirro, Geshundheit!, é um desejo de boa saúde e uma longa vida.
5. Sinal de positivo
Acredita-se que este gesto nasceu na época dos combates entre gladiadores na Roma Antiga, quando a plateia escolhia com o sinal de positivo se o combatente poderia viver. Mas isto não é verdade. Não se sabe ao certo se essa é a história original, e existem outras teorias.
Na Inglaterra era comum o uso dos polegares para se fazer negócios: as duas pessoas envolvidas molhavam o dedo, levantavam a mão e apertavam um polegar contra o outro. É possível que esta seja também a origem deste gesto, usado como uma ideia de aprovação.
4. Bater continência
Soldados romanos podem ter iniciado o costume da saudação militar ao proteger os olhos de seus superiores, e cavaleiros medievais podem ter usado o gesto como uma forma de levantar seus elmos, como forma de mostrar que não iriam lutar. Esta segunda teoria é apoiada pelo fato que o elmo com a armadura é chamado, no inglês, de sallet, palavra próxima a salute, saudação, em inglês.
A imagem ao lado mostra o pequeno John Kennedy Jr. saudando sei pai, que estava sendo enterrado. De partir o coração.
3. Cruzar os dedos
Antigamente, cruzar os dedos para desejar boa sorte precisava de duas pessoas: uma para fazer o pedido, e outra para apoiar o pedido. Os dois dedos cruzados simbolizavam unidade e força, e era utilizado também para espantar bruxas.
Além desse significado, cruzar os dedos também é usado para anular uma promessa ou algo que você diz. Neste caso, os dedos cruzados deixam um espaço que a pessoa pretende usar como forma de explorar a falsa promessa.
2. Joquempô
Joquempô é o nome brasileiro para o termo japonês Jan-Ken-Po, também conhecido como Pedra, Papel e Tesoura.
Essa clássica maneira de resolver impasses tem algumas variações.
Na Indonésia, é lacraia, elefante e humano. O inseto enlouquece o elefante, o humano mata o inseto, e o elefante esmaga o humano.
Uma outra versão do jogo tem 101 gestos diferentes e 5050 resultados com algum ganhador.
1. OK
A origem da expressão Ok ainda é um mistério, mas existem várias teorias. Uma delas diz que, no século XIX, a comunicação escrita sofria com muitos erros, e um deles seria o Oll Korrect, querendo dizer all correct, tudo certo, em inglês. Outra teoria afirma que, durante a Guerra Civil dos Estados Unidos, os relatos de batalhas diziam 0 kills (0 mortes) quando nenhum soldado havia perdido a vida. Abreviado, isso teria se tornado 0K (Zero K), e depois, OK.
No Brasil o sinal de OK já causou dores de cabeça, inclusive espancamentos, a estadunidenses desavisados que não entendem que o sinal é tão feio aqui quando mostrar o dedo do meio. A regra mundial é, na dúvida, usar seu polegar para dizer que está tudo bem e não irritar ninguém.
- gestos 8
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10 trabalhos mais estranhos e desagradáveis ( e felizmente extintos!!!!)
28/09/2009 at 7:57 AM | In Comportamento, Cotidiano, cultura, curiosidades, sociedade | 2 CommentsTags: bizarro, Comportamento, cultura, cultura popular, curiosidades, Humanidade, sociedade
Tô bege, tô rosa, tô branca, tô pasma!!! pasmem!!!
Antigamente, sem eletricidade e as grandes indústrias, existiam muitos empregos que hoje em dia são dispensáveis.
As pessoas precisavam realizar tarefas bastante estranhas e desagradáveis.
Aqui listamos dez destes trabalhos praticamente extintos, mas muito bizarros!
10. Bobo da corte
Todos já ouvimos falar e vimos em filmes os bobos da corte, que tinham a permissão de tirar sarro de todos, até do rei, se ele achasse engraçado, é claro. Hoje em dia o emprego não existe mais, e sumiu da maior parte dos reinos há muitos séculos. Curiosamente, até 1999, o reino de Tonga, na Polinésia, tinha um bobo da corte oficial. O mais bizarro é que o bobo, que era conselheiro financeiro do governo, se envolveu em um escândalo político.
9. Toshers e Mudlarks (taí se a barra apertar…)
Esse trabalho sujo ficou bastante popular na época vitoriana em Londres, na Inglaterra. Pessoas conhecidas como toshers procuravam nos esgotos da cidade por jóias e pequenos objetos que poderiam vender. Na época, era comum ver famílias inteiras procurando por pequenas riquezas nos esgotos. Obviamente, essas pessoas não eram muito bem quistas pelos vizinhos. afinal, o cheirinho de esgoto não é dos melhores.
Já os mudlarks faziam um trabalho semelhante, só que nas margens do rio Tâmisa, que corta a cidade de Londres. Durante a manhã, eles entravam pelos canais do rio e procuravam, entre esgoto não processado e carcaças de animais, por pequenos tesouros.
8. Despertador humano
Esta era uma profissão comum na Inglaterra e Irlanda durante a Revolução Industrial, antes da criação de despertadores confiáveis. O trabalho da pessoa era acordar as pessoas no horário para que elas pudessem chegar ao trabalho na hora certa, exatamente como um despertador comum. Em vez de utilizar sons, eles usavam uma madeira comprida e leve (como um bambu) para cutucar as pessoas pelo lado de fora de suas casas. A pergunta que não quer calar é: quem acordava a pessoa que acordava os outros?
7. Médico de sapos
Os médicos de sapos eram uma espécie de feiticeiros de uma tradição ligada à medicina tradicional que existia na Inglaterra até o fim do século XIX. O maior trabalho destes médicos era para curar a escrófula, uma doença de pele ligada à tuberculose. O tratamento era feito ao colocar um sapo vivo ou uma perna de sapo dentro de um saco de tecido, que era deixado sobre o pescoço do paciente. Para realizar este trabalho, o médico precisava de uma enorme criação de sapos ou uma boa habilidade para encontrá-los.
6. Chicoteador de cachorros
Este trabalho era desempenhado por algum empregado da Igreja, com a missão de remover cachorros indesejados da propriedade da Igreja enquanto as missas eram realizadas. Durante os séculos XVII até XIX, não era incomum que os cães de estimação acompanhassem seus donos à igreja. Caso algum cachorro incomodasse a solenidade, o chicoteador tirava o animal de dentro da igreja, para que a missa pudesse continuar.
5. Ladrões de corpos
Com a expansão das escolas de medicina no Reino Unido do século XIX, corpos humanos eram necessários para os estudos, e como roubar um corpo era um crime leve, passível de multa, apenas, isto se tornou uma tarefa comum e muito rentável. Os ladrões de corpos cavavam túmulos com pás de madeira, mais silenciosas, e retivaram o corpo com a ajuda de cordas. Geralmente eles não levavam roupas e jóias, já que isso poderia levar a condenações mais pesadas. Com o crescimento deste mercado e a exigência por corpos frescos, são conhecidos alguns casos de pessoas que passaram a matar outros para vender seus corpos.
Em 1832, uma resolução definiu que apenas corpos que não fossem reconhecidos no necrotério e aqueles doados por famílias deveriam ser usados nas aulas de anatomia, acabando com a prática de roubar túmulos.
4. Pisoteador
Pisar em uma pilha de roupas de lã não parece ser um emprego muito bom, não é mesmo? E não era mesmo. A técnica era utilizada para eliminar óleos, sujeiras e outras impurezas da lã, além de deixá-la mais grossa. Na antiguidade, os trabalhadores que faziam isso geralmente eram escravos, como na Roma antiga. Os escravos ficavam com urina e roupas até a altura dos calcanhares, já que a urina era uma boa fonte de sais de amônia, importantes para a limpeza do tecido. Na época medieval, novas substâncias, que não precisavam de urina, passaram a ser utilizadas no processo, deixando o trabalho um pouco mais digno.
3. Capacho de príncipe
Nos séculos XVII e XVIII, havia uma vaga de trabalho para garotos da alta classe: virar uma espécie de capacho do príncipe. Quando o filho do rei ia mal nos estudos ou fazia algo de errado, este outro garoto, que convivia com o príncipe, era punido com chicoteadas. Isso acontecia porque acreditava-se que ninguém além do próprio rei deveria ter o direito de maltratar seu filho. Como os reis raramente estavam presentes para castigar os filhos, essa posição de trabalho surgiu.
Como o príncipe e o seu companheiro eram criados juntos desde a infância, era comum que fosse criado um laço muito forte entre os dois, ajudando na educação e no bom comportamento dos príncipes, que queriam evitar que seu companheiro fosse punido por seus erros.
2. Camareiro de privada
Os monarcas ingleses tinham um servo que tinha a tarefa de limpar o rei depois que ele defecasse. Sim, isso mesmo que você está imaginando. Esta tarefa, surpreendentemente, era realizada por filhos de nobres e importantes membros da sociedade. Com o tempo, a tarefa passou a ser acompanhada por outras obrigações mais comuns, como ajudar em aspectos administrativos. Apesar de ser um limpador de bundas oficial, esta era uma tarefa muito desejada, já que conseguia um acesso quase irrestrito à atenção do rei.
1. Removedor de excrementos
Na Inglaterra medieval, havia um profissional específico para remover excrementos das privadas e fossas. Eles só podiam trabalhar à noite, e os excrementos coletados deveriam ser levados para fora do território da cidade. Devido ao forte cheiro dos excrementos, existem relatos de legistas que afirmam que alguns desses trabalhadores morreram de asfixia.
Como o uso do saneamento básico a terrível profissão desapareceu.
- emprego bizarro 10
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- emprego bizarro 3
- emprego bizarro 2
- emprego bizarro 1
EXÉRCITO BRASILEIRO SUSPENDE PENSÃO DE VIÚVA DO MAJOR CERVEIRA. DESAPARECIDO POLÍTICO.*.
13/09/2009 at 10:59 PM | In Cotidiano | Leave a CommentTags: Censura, CF, Constituição Federal, cultura, direitos, Direitos Humanos, Ditadura Militar, História, presos políticos, sociedade
Protesto publicado inicialmente Na Revista Carta O Berro
Pois é, em função da *não punição por seus crimes* de lesa humanidade os
golpistas de 64 e seus filhotes continuam perseguindo suas vítimas.
Quero denunciar que o Exército suspendeu a pensão da minha mãe de 77 anos.
Pensão que ela tem direito, não é um favor, meu pai descontou para que ela
tivesse esse benefício durante toda sua carreira militar. Mesmo assim
suspenderam a pensão fazendo com que minha mãe passe por constrangimentos, como cheques devolvidos e o não pagamento do seu seguro saúde.
Num momento bem difícil quando ela está com uma grave peneumonia. Ela não utiliza o HCE (Hospital Central do Exército) mas, desconta todos os
meses por esse benefício. Mas nunca utilizou, porque lá encontra filhos e
até alguns de seus torturadores e assassinos de seu marido. A última vez que
estive lá com ela, tive que falar com o Diretor (Coronel Melo) e mesmo
assim de nada adiantou. O tratamento foi quase um deboche.
Minha mãe continua sendo punida de forma violenta pelo crime de ser a viúva do meu pai. E, também por ser minha mãe. Porque tenho uma atividade política que se intensificou com o golpe de Honduras, quando passei a prestar toda minha solidariedade e ajuda a RESISTÊNCIA hondurenha contra o golpe. E, também porque defendi uma tese de doutorado na USP sobre a Operação Condor. Isso é uma covardia sem tamanho. Ela não tem sequer um túmulo para chorar por seu marido, nunca devolveram o corpo do meu pai. Ela não pediu nenhuma indenização milionária e ainda sempre ajudou alguns familiares de desaparecidos que ficaram sem nada. Com essa pensão ela ajuda alguns ex-companheiros.
Eu *Acuso a Omissão* da sociedade brasileira contra os crimes cometidos
contra as viúvas do Major Cerveira e do Capitão Lamarca pelo simples fato de seus maridos terem cumprido o juramento de honra de todo militar que é o de defender a Constituição e a Democracia.
Se todo esse transtorno levar minha mãe a morte quem pagará por mais esse
crime contra nossa família? Isso não acaba nunca não é porque somos
revanchistas é porque eles, os criminosos é que são revanchistas. está
havendo uma inversão de valores,* TRAIDORES* foram os que deram o golpe, mataram, torturaram mulheres e crianças. Mas, quem continua sofrendo punição são as vítimas.
Drª Neusah Cerveira
Touradas – isso tem que acabar!
08/09/2009 at 1:01 AM | In Campanhas, Cotidiano | Leave a CommentTags: Campanhas, crime, cultura, defesa dos animais, Espanha, sociedade, touradas
Touradas – Isso tem que Acabar! – postagem original do blog Guapeca

Que o ser humano é capaz de selvagerias e atrocidades inimagináveis, isso todo mundo sabe.


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