Posts com Tag ‘cinema’

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This is It – Michael Jackson – O Eterno

27/10/2009

Para quem ainda não viu, vale a pena conferir o trailler do filme que encerrou a carreira do Rei do Pop, Michael Jackson

O trailer do filme mais esperado do ano, “this is it”, vai estar nos cinemas a partir do dia do dia 28 de outubro por apenas duas semanas.
O filme conta com as ultimas imagens do cantor Michael Jackson, o rei do pop.
A lenda da música pop em seu ato final

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Nosso Lar, O filme

29/09/2009
Mais um filme espírita: Nosso Lar
Ainda sem grandes detalhes, o filme deve começar a rodar as primeiras cenas em janeiro de 2009. A informação veio do blog do ator Renato Prieto, que terá participação no filme.

O longa metragem é, naturalmente, baseado na obra de André Luiz, escrita pelas mãos do magnânimo discípulo de Jesus, Chico Xavier.

Depois de conhecermos um pouco do extraordinário diário do Dr. Bezerra de Menezes, só podemos aguardar com entusiasmo por mais um belo filme espírita.

veja também:

(Informação por email de Célio Pinheiro Costa)

(Os belos sorrisos de Chico Xavier e de seu irmão André Luiz. Acervo Geraldo Leão, Pedro Leopoldo, MG)
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Chico Xavier nos cinemas em 2010

24/07/2009
Já havia divulgado a notícia, mas é bom a gente relembrar. A matéria saiu na Folha da Tarde.
A vida de Chico Xavier nos cinemas em 2010. Veja o Trailler abaixo

Chico Xavier vai ao cinema

O maior dos médiuns terá sua história contada por Daniel Filho em filme que promete arrebatar

Três filmes sobre Chico Xavier serão lançados até 2 abril do ano que vem, quando o médium faria cem anos. O trabalho que está com a produção mais avançada é o longa Chico Xavier, que será dirigido por Daniel Filho e é baseado em biografias como As Vidas de Chico Xavier, escrito pelo jornalista Marcel Souto Maior.

As outras duas produções também prometem (leia mais abaixo). Uma delas é a adaptação do best-seller de Chico, Nosso Lar, que já teve os direitos cedidos pela FEB (Federação Espírita Brasileira) e deverá ser distribuído pela Fox. O outro vem do empresário Luis Eduardo Girão, que no ano passado financiou Bezerra de Menezes e, agora, lançará As Mães de Chico Xavier.

O único nome do elenco confirmado para o filme de Daniel Filho é o do ator Nelson Xavier, que interpretará Chico adulto. Atores-mirins de Minas Gerais, terra do médium, deverão ser privilegiados na escolha do elenco.

O roteiro, escrito por Marcos Bernstein (de Central do Brasil), já está pronto. Bruno Wainer, diretor da Downtown Filmes, parceira da produção, disse que o filme está orçado em R$ 7 milhões.

Marcel Souto Maior, autor da biografia, aprovou o roteiro de Bernstein. “Eu e o Daniel Filho chegamos a ler outros dois roteiros, mas o de Bernstein ficou a altura da história.”

Enquanto os atores não são escolhidos, a leitura do roteiro foi feita há 20 dias com mais de dez atores presentes, entre eles Tony Ramos, Cristiane Torloni e Camila Pitanga.

Antes mesmo de ser filmado, o filme já causa polêmica. Eurípedes Humberto Higino dos Reis, filho de Chico e detentor da marca ‘Chico Xavier’, diz ao JT que o filme não será baseado apenas na biografia de Marcel. “Até por isso, o filme se chamará apenas Chico Xavier”, diz. “Meu pai teve mais de 30 biografias, seria uma injustiça deixar que apenas uma pessoa o retratasse.”

Reis, apesar de ainda não ter lido o roteiro, confirmou que já fez reuniões com Daniel e que o filme vai realmente ser filmado. “Vou assistir ao filme antes de ser lançado.

Ensinamentos como ‘fora da caridade não há salvação’ deverão estar presentes.” Sobre a declaração de Reis, Marcel defendeu-se dizendo que seu livro é a base do roteiro. “O roteirista tem a liberdade de se informar em diversas fontes. O universo de Chico é vasto e ele deve, sim, ter lido outros textos.”

Marcel, que nasceu no mesmo dia em que Chico, lembra que as pessoas faziam chacota quando ele dizia que escreveria sobre a história do médium. “Falavam: ‘tem certeza de que não é a biografia do Chico Buarque, Chico Anysio ou Chico Mendes?’ Acho que se eu falasse que escreveria sobre o Chico Bento, receberia mais apoio.”

O autor adiantou passagens sobre a vida do espírita que serão retratadas. “A traumática infância e o sofrimento de uma mãe em busca de informações sobre o filho vão emocionar.

Antes de se tornar o mineiro do século, ele foi ridicularizado pela imprensa”, lembra. “Como no caso em que o jornalista da revista O Cruzeiro, David Nasser, e o fotógrafo Jean Manzon fingiram ser jornalistas estrangeiros e fizeram fotos do Chico até tomando banho de banheira. Quando o Chico viu a revista, ficou envergonhado e começou a chorar copiosamente. O espírito guia de Chico, Emmanuel, o alfinetou dizendo ‘pare de chorar. Jesus foi parar na cruz e você apenas no Cruzeiro’.”

Outra passagem que também deverá ser lembrada é uma em que Chico se desesperou quando o avião em que estava entrou em uma zona de turbulência. “Emmanuel, ao vê-lo desesperado, disse para ele: ‘Se vai morrer, que morra com educação’. E Chico respondeu: ‘Onde já se viu morrer com educação?’.” Além disso, parte das três entrevistas que o médium deu para o programa Pinga Fogo, da TV Tupi, na década de 70, serão recriadas.

Felipe Branco Cruz, felipe.cruz@grupoestado.com.br

Fonte: JORNAL DA TARDE

http://txt.jt.com.br/editorias/2009/02/28/var-1.94.12.20090228.1.1.xml

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SINOPSE do livro Nosso Lar – Para quem não conhece a livro Nosso Lar, psicografado por Chico Xavier, pelo es pírito Andre Luiz

13/07/2009

Já está sendo filmado o filme Nosso Lar,pela Fox Filmes, o roteiro é baseado na obra mediúnica de André Luiz psicografado por Chico Xavier, com Renato Prieto representando André Luiz. Um filme que com certeza, marcará o cenário cinematográfico brasileiro e trará maior compreensão da fé espírita, estará em cartaz em meados do ano que vem.

Particularmente, eu já li esse livro por várias vezes à cada vez que o releio sempre aprendo muito mais sobre o plano espiritual, de como nossas ações terrenas são importantes para nosso desenvolvimento espiritual.

Para quem conhece, mais uma oportunidade para aprofundar o estudo da obra Nosso Lar. Para quem não conhece, um fomento à busca espiritual, a caridade e à fé.

Sinopse do livro Nosso Lar

Sinopse obtida no site EurosCar

SOBRE A OBRA

Título: “Nosso Lar” – (50 capítulos – 281 páginas).

Autor: Espírito André Luiz (pseudônimo espiritual de um consagrado médico que exerceu a Medicina no Rio de Janeiro).

Psicografia: Francisco Cândido Xavier (concluída em 1943).

Edição: Primeira edição em 1944, pela Federação Espírita Brasileira (Rio de Janeiro/RJ). Neste trabalho: 48ª Edição/1998.

Prefácio: Espírito Emmanuel.

Introdução: Do próprio autor espiritual (André Luiz).

Nota: Em 2003 a obra alcançou a expressiva marca de 1,5 milhão de exemplares.

CONTEÚDO DOUTRINÁRIO

a. O Autor narra sua experiência após a desencarnação, descrevendo minuciosamente o sofrido estágio no Umbral, detalhando-o também;

b. A seguir, conta a emoção de ter sido socorrido e ser levado para uma cidade espiritual denominada “NOSSO LAR”…

c. A partir daí, o livro abre um leque de informações absolutamente inéditas sobre o Plano Espiritual.

ESTRUTURA DA CIDADE ESPIRITUAL
“NOSSO LAR”

Fundação: No século XVI, por portugueses distintos, desencarnados no Brasil.

Localização: Sobre a cidade do Rio de Janeiro.

Governador: a Governadoria está num edifício, “de torres soberanas que se perdem no céu”.

Ministérios: 6 (seis), a saber:
Ministério da Regeneração,
do Auxílio,
da Comunicação,
do Esclarecimento,
da Elevação e
da União Divina.

Ministros: cada Ministério é administrado por 12 (doze) Ministros.

População: homens e mulheres, jovens e adultos (desencarnados), em número de um milhão, segundo dados fornecidos pelo Autor, em 1943.

Construções, dependências e lugares especiais: Grande muralha protetora da cidade, com baterias de proteção magnética, conjuntos habitacionais, praça central (que acomoda até um milhão de pessoas), fontes luminosas, jardins, parques arborizados, o Bosque das Águas, o Rio Azul, o Campo da Música, a Câmara de Retificação (para enfermos), etc.
(Umbral = região com várias escalas morais, sendo a mais infeliz denominada de “Trevas”).

CITAÇÕES ESPECIAIS

“Aérobus”: veículo de transporte, de grande comprimento, deslocamento veloz e aéreo.

Coral: 2.000 vozes (Hinos: “Sempre Contigo, Senhor Jesus”, “A Ti, Senhor, Nossas Vidas”).

Globo de Cristal: de 2m de altura (utilizado em reuniões mediúnicas com encarnados)

Bônus-Hora: forma de pagamento por serviços beneméritos prestados cada hora de trabalho corresponde a um bônus-hora.

SINOPSE
Capítulo a capítulo

CAPÍTULO 1

Nas Zonas Inferiores Descrição fantástica do local onde o Autor Espiritual se encontrou após a desencarnação. Sentia-se permanentemente em viagem… Pouca claridade. Pavor por chacotas vindas de desconhecidos. Dificuldade para obter a bênção do sono. Lágrimas permanentes. Esteve próximo à loucura, prestes a perder a razão. Via seres monstruosos, irônicos, perturbadores… Recordações da existência terrena, quando gozava de prosperidade material e pais extremamente generosos.

CAPÍTULO 2

Clarêncio Seres maldosos e sarcásticos gritavam a A. Luiz: suicida, criminoso, infame. Em vão tentou revidar. Com a barba hirsuta e roupa rompendo-se sofria mais pelo abandono que o envolvera. Não se conformava em ser acusado de suicida, pois sabia que não o fora, lembrando-se de haver morrido no hospital, após cirurgia intestinal. Sentia fome. Saciava-se com lama… Amiúde via manada de seres animalescos. Médico, sempre detestara as religiões, mas agora experimentava necessidade de socorrer-se de alguma delas. Estando já no limite das forças, orou (!). Em resposta, das neblinas surgiu o benfeitor Clarêncio, acompanhado de dois auxiliares. Foi conduzido para o Nosso Lar.

CAPÍTULO 3

A oração coletiva – Descrição de Nosso Lar e do ambiente de oração coletiva. Ao crepúsculo, um Espírito coroado de luz (o Governador Espiritual), seguido de 72 outros Espíritos (seus Ministros), entoam harmonioso hino. A. Luiz reconfortou-se.

CAPÍTULO 4

O médico espiritual Hospitalizado, A. Luiz é atendido por um médico espiritual que comprova o suicídio inconsciente que praticou. É lição-alerta imperdível e inédita quanto a essa característica do comportamento da maioria dos encarnados.

CAPÍTULO 5

Recebendo assistência Há pungente informação de Espíritos internados no Nosso Lar e que têm órbitas vazias (olhos gastos no mal…); outros são paralíticos ou não têm as pernas (locomoção fácil em atos criminosos…); outros em extrema loucura (por aberrações sexuais…). São citados os germes de perversão da saúde divina, agregados ao perispírito (!).

CAPÍTULO 6

Precioso aviso A. Luiz desabafa com Clarêncio, que o ouve pacientemente. Recorda da esposa e dos filhos: onde e como estarão? Após ouvi-lo, Clarêncio sugere-lhe a auto-reforma de pensamentos e o silêncio das lamentações próprias. Diz-lhe: No Nosso Lar dor significa possibilidade de enriquecer a alma…

CAPÍTULO 7

Explicações de Lísias A. Luiz descreve sua dificuldade de adaptação à nova vida. No Nosso Lar a natureza apresentava-lhe aspectos melhorados, em relação à Terra: grandes árvores, pomares fartos, jardins deliciosos, cores mais harmônicas. Todos os edifícios com flores à entrada. Lindas aves cruzavam os ares. Entre árvores frondosas, animais domésticos. Lísias explica que há regiões múltiplas, segundo hierarquia moral. A. Luiz pergunta pelos pais, que o antecederam e até agora não o procuraram… Lísias então lhe informa que sua mãe, habitando esferas mais altas, o tem ajudado noite e dia…

CAPÍTULO 8

Organização de serviços A. Luiz visita a cidade Nosso Lar, indo ao Ministério do Auxílio: largas avenidas, ar puro, muitas pessoas indo e vindo. Nosso Lar tem 6 (seis) Ministérios (da Regeneração, do Auxílio, da Comunicação, do Esclarecimento, da Elevação e da União Divina), cada um orientado por 12 (doze) Ministros. Na História de Nosso Lar consta que foi fundado por portugueses distintos, desencarnados no Brasil, no século XVI.

CAPÍTULO 9

Problema de alimentação Preciosas informações quanto ao abastecimento alimentar: em Nosso Lar, no passado, houve demandas; após, a alimentação passou a ser por inalação de princípios vitais da atmosfera e água misturada a elementos solares, elétricos e magnéticos. Só entre os mais necessitados é que há alimentos que lembram os da Terra.

CAPÍTULO 10

No Bosque das Águas A. Luiz vai ao grande reservatório de água (!). Viaja no aeróbus, veículo aéreo semelhante a um grande funicular (veículo terreno cuja tração é proporcionada por cabos acionados por motor estacionário e que é geralmente usado para vencer grandes diferenças de nível). Vê um grande rio: o Rio Azul. É exaltada a importância da água, tão deslembrada dos humanos…

CAPÍTULO 11

Notícias do Plano Como Nosso Lar, existem incontáveis outras colônias espirituais. É citada a de Alvorada Nova, vizinha. No Nosso Lar preparam-se reencarnações, após proveitosos aprendizados para as futuras tarefas planetárias.

CAPÍTULO 12

O Umbral É descrito que o Umbral começa na crosta terrestre, como zona obscura para os recém-desencarnados. É região em torno do planeta e de profundo interesse para os encarnados. É local de grandes perturbações, pelas legiões compactas de almas irresolutas e ignorantes. Lá existem núcleos de malfeitores, verdugos e vítimas. Acha-se repleto de formas-pensamento de encarnados, sintonizados com os desencarnados que lá estão.

CAPÍTULO 13

No Gabinete do Ministro A. Luiz apresenta-se a Clarêncio como voluntário ao serviço. Assiste ao diálogo do Ministro com uma voluntária, mãe, desejosa de proteger dois filhos encarnados. Tem notícia do bônus-hora (ponto relativo a cada hora de serviço).

CAPÍTULO 14

Elucidações de Clarêncio O Ministro, com fraternidade expõe a A. Luiz que pelo seu passado não poderá ser médico em Nosso Lar e sim aprendiz. E isso devido a rogativas de sua mãe e graças às seis mil consulta a necessitados nos quinze anos de clínica médica terrena dele… Dos atendidos nessas seis mil consultas, quinze ainda fazem preces a seu favor.

CAPÍTULO 15

A visita materna A. Luiz recebe visita de sua mãe, espírito excelso, que o consola com extremado amor. Vive em esferas mais elevadas.

CAPÍTULO 16

Confidências A mãe de A. Luiz informa-lhe que o pai está a doze anos em zona de trevas compactas, conseqüência de mau procedimento quando encarnado, com ligações clandestinas e promessas não cumpridas a mulheres, do que resultou amealhar obsessoras vingativas. Sua mãe dá-lhe notícias de suas três irmãs (desencarnadas).

CAPÍTULO 17

Em casa de Lísias A. Luiz é hospedado na casa da mãe de Lísias, onde conhece as duas irmãs dele. Vê livros maravilhosos e então lhe é dito que os escritores de má-fé, que estimam o veneno psicológico são conduzidos imediatamente para as zonas obscuras do Umbral, e lá permanecerão, até regenerarem-se…

CAPÍTULO 18

Amor, alimento das almas Novas lições sobre alimentação no Nosso Lar. Na nutrição espiritual o Amor é o maior sustentáculo das criaturas. É citado que o sexo é manifestação sagrada do Amor universal e divino.

CAPÍTULO 19

A jovem desencarnada A neta de Laura, recém-desencarnada, sofre ante a lembrança do noivo que, mesmo antes dela desencarnar, ligara-se a uma amiga sua. Laura emite preciosas lições sobre o Amor e sobre a fidelidade.

CAPÍTULO 20

Noções de Lar O lar é esquematizado por conceitos matemáticos (!), acoplados a profundos conceitos morais.

CAPÍTULO 21

Continuando a palestra Explicações sobre o bônus-hora: sua aquisição (com trabalho pelo próximo) e sua aplicação no Nosso Lar. É citado que a recordação do passado exige equilíbrio e forçá-la poderá causar desequilíbrio e loucura.

CAPÍTULO 22

O bônus-hora Detalhes sobre essa interessante retribuição por serviços prestados, valorizando o trabalho pelo bem coletivo.

CAPÍTULO 23

Saber ouvir Notas sobre a inconveniência da maioria dos desencarnados terem notícias dos encarnados com os quais se ligavam. Geralmente, ocorrem desequilíbrios…

CAPÍTULO 24

O impressionante apelo Notícias (Agosto/1939) da 2ª Guerra Mundial, então prestes a eclodir… Ouve-se em Nosso Lar apelos de uma emissora espiritual, solicitando voluntários à assistência a coletividades terrenas indefesas, que sofrerão os horrores de uma grande guerra…

CAPÍTULO 25

Generoso alvitre Sugestões de Laura a A. Luiz quanto às futuras atividades que ele poderá exercer em Nosso Lar.

CAPÍTULO 26

Novas perspectivas A. Luiz vai às Câmaras de Retificação, localizadas em pavimentos de pouca luz, onde estão hospitalizados Espíritos necessitados nos primeiros tempos de moradia em Nosso Lar.

CAPÍTULO 27

O trabalho, enfim Nas Câmaras de Retificação A. Luiz fica impressionado com os quadros de sofrimento dali: milionários das sensações físicas, transformados em mendigos da alma. Espontaneamente, num ato de exemplar humildade, se transforma em auxiliar da limpeza de vômitos de substância negra e fétida – fluidos venenosos expelidos por Espíritos que se beneficiaram de passes.

CAPÍTULO 28

Em serviço A. Luiz prontifica-se (sendo aceito) a trabalhar no período noturno nas Câmaras de Retificação.

CAPÍTULO 29

A visão de Francisco A terrível angústia do Espírito que vê o próprio corpo e julga-o um monstro a atormentá-lo (esse Espírito era excessivamente apegado ao corpo físico e faleceu por desastre, só deixando-o quando, tomado de horror, vê os vermes desfazendo os despojos).

CAPÍTULO 30

Herança e eutanásia A disputa entre familiares por herança… Triste caso de eutanásia, associada a interesses financeiros de um dos herdeiros.

CAPÍTULO 31

Vampiro Há a impressionante narração do Espírito de uma mulher que queria adentrar no Nosso Lar, pelos fundos, sendo impedida pelo vigilante-chefe por se tratar de forte vampiro (trazia impressos em seu perispírito 58 pontos negros, correspondentes a igual número de abortos que praticara…). Sua admissão nas dependências de Nosso Lar colocaria em perigo os pacientes lá internados.

CAPÍTULO 32

Notícias de Veneranda Em Nosso Lar existem os Salões Verdes por toda parte. São parques em árvores acolhedoras, locais de conferências ministeriais foram criados sob inspiração superior da Ministra Veneranda, que possui o maior número de bônus-hora: um milhão de horas de trabalho útil (em 200 anos de atividade ali).

CAPÍTULO 33

Curiosas observações A. Luiz reflete sobre sua vida de chefe de família que pouco edificara no espírito da esposa e filhos. Assusta-se quando vê dois elevados Espíritos ainda encarnados, em visita ao Nosso Lar, pois apresentavam características diferentes, em relação aos Espíritos desencarnados dali. Em passeio, vê cães, pomares e íbis junto às equipes socorristas, vindo a saber que prestam precioso auxílio quando das incursões no Umbral.

CAPÍTULO 34

Com os recém-chegados do Umbral A. Luiz atende uma senhora assistida pelos Samaritanos e por imprudência abre diálogo improdutivo com ela, movido por curiosidade. Ela se desfaz em lamentações. A. Luiz é advertido por Narcisa.

CAPÍTULO 35

Encontro singular A. Luiz encontra-se com antigo conhecido, o qual foi prejudicado por seu pai e por ele próprio, quando encarnados. Arrependido agora lhe pede perdão, num dos mais belos trechos dessa sublime obra literária.

CAPÍTULO 36

O sonho A. Luiz dorme, deixa o veículo inferior (perispírito) no leito e sonha. Vai a uma esfera mais elevada e encontra-se com a mãe. É louvado e incentivado o trabalho pelo próximo, com novos esclarecimentos sobre o bônus-hora. Obs: Por este capítulo refletimos que se os desencarnados dormem e sonham, deixando o perispírito no leito, provavelmente será com outro corpo que se deslocam: pode ser com o corpo mental, envoltório sutil da mente, aludido pelo próprio A. Luiz em 1958, na p. 25, Cap II, 11ª Ed., do Livro Evolução em Dois Mundos, FEB, RJ/RJ.

CAPÍTULO 37

A preleção da Ministra Observações sobre o pensamento: força essencial em todo o Universo, capaz de gerar o que se queira bom ou mau…

CAPÍTULO 38

O caso Tobias Reflexões sobre o(s) casamento(s) e o ciúme. Em Nosso Lar, duas ex-esposas de Tobias são amigas sinceras e convivem felizes.

CAPÍTULO 39

Ouvindo a senhora Laura A. Luiz lembrava-se, atormentado por saudades, da família terrestre. Ouve, então, preciosas explicações sobre o espírito de seqüência que rege os quadros evolutivos da vida. É enaltecida a Bondade divina ao reunir desafetos pela consangüinidade.

CAPÍTULO 40

Quem semeia colherá No departamento feminino das Câmaras de Retificação A. Luiz reencontra Elisa, que fora doméstica no seu lar terreno e da qual aproveitou-se irresponsavelmente. Ampara-a agora com extremado cuidado e bondade.

CAPÍTULO 41

Convocados à luta Irrompe a 2ª Guerra Mundial, com repercussões negativas em Nosso Lar. Por essa lição ficamos sabendo como o plano terreno também influencia o espiritual, no caso, negativamente.

CAPÍTULO 42

A palavra do Governador O medo é classificado como dos piores inimigos da criatura. Duas mil vozes entoam o hino Sempre Contigo, Senhor Jesus. A. Luiz vê pela primeira vez o Governador de Nosso Lar. O Governador esclarece aos trabalhadores de Nosso Lar os deveres relativos aos problemas criados pela Guerra. Informa serem necessários 30 mil servidores voluntários, desprendidos, para criar defesas especiais. Cita que em Nosso Lar são mais de um milhão de criaturas, que não podem ser agredidas pela invasão de milhões de espíritos desordeiros.

CAPÍTULO 43

Em conversação Comentários sobre os horrores da Guerra. Nesse contexto, o Espiritismo sobressai como a grande esperança do Plano Espiritual, como o Consolador da humanidade.

CAPÍTULO 44

As trevas As trevas são as regiões mais inferiores conhecidas em Nosso Lar, abaixo do próprio nível terreno (!). Ali, Espíritos jazem por séculos e séculos… Na verdade, encarnados ou desencarnados, Espíritos têm belas oportunidades de progresso, mas a maioria as renega.

CAPÍTULO 45

No Campo da Música A. Luiz, feliz, integrado às atividades socorristas, foi conhecer o Campo da Música, onde se extasia ante a beleza musical do ambiente, espiritualizado: todos os Espíritos ali comentando com alegria a vida e os ensinamentos de Jesus.

CAPÍTULO 46

Sacrifício de mulher Um ano após iniciar trabalhos A. Luiz sentia imensas saudades do lar terrestre. Sua mãe informa-lhe que breve ela reencarnará, visando amparar o ex-marido, mergulhado em problemas, perseguido por mulheres com as quais não procedeu corretamente. Essas mulheres, no futuro, reencarnarão e a mãe de A. Luiz ser-lhes-á mãe (!). São citadas as reencarnações compulsórias.

CAPÍTULO 47

A volta de Laura A mãe de Lísias reencarnará em dois dias. Recebe fraternais despedidas dos amigos de Nosso Lar, A. Luiz inclusive. É citado o quanto de amparo espiritual recebem os trabalhadores de boa-vontade, principalmente em ocasiões tão importantes, como quando vão reencarnar.

CAPÍTULO 48

Culto familiar É descrita a existência de um Globo de Cristal, com aproximadamente 2 m. de altura (utilizado para recepcionar Espíritos encarnados, nessa singular e invertida forma de reuniões mediúnicas no Plano Espiritual).

CAPÍTULO 49

Regressando à casa A. Luiz visita, finalmente, o lar terrestre. Ali, encontra tudo diferente… a ex-esposa novamente casada e seu atual marido gravemente enfermo, além de estar assediado por Espíritos infelizes. A. Luiz sente-se roubado… Só uma de suas filhas sintonizou espiritualmente com ele. Mas, os ensinamentos auferidos em Nosso Lar, falam mais alto e o Amor explode em seu coração… (!).

CAPÍTULO 50

Cidadão de Nosso Lar – Pondo em prática tudo o que aprendera sobre o amor ao próximo A. Luiz socorre o enfermo. Auxiliado por Narcisa e por servidores comuns do reino vegetal. Obs: Espíritos da Natureza: seriam esses Espíritos aqui citados, com ação sobre a Natureza, os mesmos citados por Allan Kardec nas questões 536 a 540 do O Livro dos Espíritos? De volta ao Nosso Lar, feliz pela vitória do bem em si mesmo, A. Luiz é recepcionado festivamente com a honrosa declaração de que passou a ser Cidadão de Nosso Lar.

PERSONAGENS CITADAS

OBS.: Citaremos a seguir os nomes dos personagens do livro “NOSSO LAR”, colocando entre parênteses: (d) = desencarnado; (e) = encarnado, e os respectivos capítulo e página onde são pela primeira vez mencionados.

ANDRÉ LUIZ – é o Autor Espiritual. Permaneceu no Umbral por 8 anos. Reporta neste livro como foi recolhido ao “Nosso Lar” (colônia espiritual situada na psicosfera da cidade do Rio de Janeiro), por interferência de sua mãe (desencarnada). Graças à sua abnegação e trabalhos incansáveis de auxílio ao próximo, alguns anos mais tarde conquistou a faculdade da volitação. André Luiz é um exemplo dignificante de auto-reforma e de como a conseqüente evolução espiritual traz intensos e multiplicados momentos felizes para todo aquele que ajuda ao próximo.

CLARÊNCIO (d) – 2/24 – É um dos 12 Ministros do Ministério do Auxílio (foi quem socorreu A. Luiz).

HENRIQUE DE LUNA (d) 4/32 – Médico espiritual que prestou primeiro atendimento a A. Luiz no Nosso Lar.

LÍSIAS (d) 5/36 – Visitador dos serviços de saúde no Nosso Lar. É jovem. Auxiliar de Henrique de Luna. Torna-se amigo muito querido de A. Luiz.

GOVERNADOR – Espírito elevadíssimo. Citado em vários capítulos. Não consta seu nome.

LAERTE (d) 16/91 Pai de A. Luiz. Está a 12 anos em trevas compactas no Umbral.

MÃE DE ANDRÉ LUIZ – Espírito iluminado, convivendo em esferas iluminadas, acima de “Nosso Lar” (citada várias vezes no livro, mas o nome não foi revelado pelo Autor Espiritual).

CLARA e PRISCILA (d) 16/92 Irmãs de A. Luiz. Revoltadas, permanecem no Umbral.

LUÍSA (d) 16/92 Irmã de A. Luiz, que desencarnou quando ele era ainda criança. Está preste a reencarnar entre as irmãs e o pai, em gesto de renúncia.

ZÉLIA (e) 16/93 Viúva de A. Luiz.

CÉLIO (d) 16/94 Ministro em Nosso Lar.

LAURA (d) 17/98 – Mãe de Lísias. Hospeda A. Luiz no seu lar, sendo-lhe amiga maternal.

IOLANDA e JUDITE (d) 17/98 – Irmãs de Lísias.

POLIDORO e ESTÁCIO (d) 18/103 – Amigos de Lísias. Auxiliares no Ministério do Esclarecimento.

LASCÍNIA (d) 18/103 – Noiva de Lísias.

ELOÍSA (d) 19/106 – Neta de Laura, recém-chegada do Umbral. Desencarnou por tuberculose.

ARNALDO (e) 19/107 – ex-Noivo de Eloísa.

MARIA DA LUZ (e) 19/108 – Amiga de ELOÍSA que acaba unindo-se a Arnaldo.

COUCEIRO (d) – 19/109 Assistente em Nosso Lar.

TERESA (e) 19/109 Mãe de Eloísa. Prestes a desencarnar.

RICARDO (e) 21/116 Foi marido de Laura. Há 3 anos voltou a reencarnar.

LONGOBARDO (d) 21/117 Assistente em Nosso Lar.

RAFAEL (d) 25/136 Funcionário no Ministério da Regeneração.

GENÉSIO (d) 26/141 Ministro da Regeneração.

TOBIAS (d) 26/144 – Funcionário do Ministério da Regeneração (um dos principais amigos e orientadores de A. Luiz).

FLÁCUS (d) 27/147 Ministro em Nosso Lar.

RIBEIRO (d) 27/147 Enfermo. Internado na “Câmara de Retificação”.

GONÇALVES (d) 27/147 Assistente em Nosso Lar.

LOURENÇO e HERMES (d) 27/147 Funcionários do Ministério da Regeneração.

NARCISA (d) 27/150 Funcionária do Ministério da Regeneração.

VENÂNCIO e SALÚSTIO (d) 28/154 Funcionários do Ministério da Regeneração.

VENERANDA (d) 28/156 – Ministra mais antiga dos demais em Nosso Lar. Só ela e o Governador já viram Jesus. Nada comenta sobre isso.

FRANCISCO (d) 29/158 Enfermo. Internado na “Câmara de Retificação”.

PÁDUA (d) 29/160 Ministro da Comunicação em Nosso Lar.

PAULINA (d) 30/162 – Espírito de angelical beleza fisionômica, filha de enfermo internado em “Nosso Lar”.

EDELBERTO, AMÁLIA, CACILDA, AGENOR (e) 30/164 Irmãos de Paulina, os quatro em contendas pela herança deixada pelo pai.

JUSTINO (d) 31/169 – Trabalhador humilde em Nosso Lar.

IRMÃO PAULO (d) 31/170 – Orientador dos Vigilantes em Nosso Lar.

PADRE AMÂNCIO (e) 34/187 – Personagem citado por uma enferma, internada desde 1888 na Câmara de Retificação, no Ministério da Regeneração.

ZENÓBIO (d) 34/189 Auxiliar no Ministério da Regeneração.

NEMÉSIA (d) 34/189 Funcionária do Ministério da Regeneração.

SILVEIRA (d) 35/190 – Sócio do pai de A. Luiz (quando encarnados) É samaritano em trabalhos assistenciais em “Nosso Lar”.

LUCIANA (e) – 38/207 Ex-esposa de Tobias.

HILDA (d) 38/207 Irmã de Tobias.

ELOÍSA (d) 39/218 Hospedada na casa de Laura.

ELISA (d) 40/220 – Internada na Câmara de Retificação (foi “aventura” de A. Luiz, quando encarnada)

HELVÉCIO (d) 41/229 – Trabalhador atento ao socorro (época da 2ª Guerra Mundial)

EVERARDO (e) 41/229 – Viúvo de uma residente do “Nosso Lar”.

ESPERIDIÃO (d) 41/230 Ministro em Nosso Lar.

BENEVENUTO (d) – 43/238 Ministro em Nosso Lar.

POLIDORO e ESTÁCIO (d) Amigos de Lísias e acompanhantes de suas irmãs numa feliz audição musical no Campo da Música.

NÍCOLAS (d) 48/264 – Antigo servidor do Ministério do Auxílio.

Dr. ERNESTO (e) 49/271 É o atual marido de Zélia.

- À p. 279 há citação de entidades espirituais, convocadas de forma ininteligível por Narcisa, as quais atendem-lhe, trazendo substâncias com emanações de eucalipto e mangueira, que são aplicadas em um enfermo encarnado, que se restabelece.

TERMOS POUCO USADOS
Termos – capítulo – página – significado

A título de colaboração, registramos abaixo o significado ou origem de alguns termos pouco usados, que eventualmente aparecem ao longo do texto de Nosso Lar:

Tolda – 10 – 59 – (subst.fem.) – cobertura sobre embarcações.

Cibo – 18 – 101 – nutrimento (comida, alimento).

Olente – 32 – 177 – odorante, perfumado.

Palanquim – 32 – 177 – rede suspensa; liteira (para transporte de pessoas).

Impende – 37 – 201 (do verbo tr. impender = caber, cumprir, tocar) cabe.

RIBEIRÃO PRETO, SP, BRASIL, 12 de Fev. de 2004.
Eurípedes Kühl Responsável.
SOCIEDADE ESPÍRITA ALLAN KARDEC,
Rua Monte Alverne, 667 Ribeirão Preto/SP

CAPÍTULOS DO LIVRO COMPLETO

Novo Amigo, por Emmanuel
Mensagem de André Luiz
Capítulo 1
Índice

NOTA DO WEBMASTER (Euro Oscar)

Este é um sítio educativo e de conscientização, que apresenta informações e conhecimentos cuidadosamente selecionados, de diversas fontes, visando proporcionar o auto-conhecimento, a felicidade, a harmonização e a evolução de cada um, de todas as famílias, grupos, coletividades e da sociedade planetária, em prol de toda a vida, das geraçôes vindouras e do próprio planeta.
Euro Oscar, autor do site e do e-book
“Saúde e Nutrição para o Século 21″.

FONTE DO TEXTO

(http://www.institutoandreluiz.org/sinopse_nossolar.html ).

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Filme ambientado no Irã examina a morte por apedrejamento

25/06/2009

CHRISTINE KEARNEY – REUTERS

NOVA YORK – Uma mulher iraniana é condenada injustamente por adultério, amarrada, amordaçada e enterrada na terra até a cintura, para então ser morta a pedradas numa sequência sangrenta e chocante de um filme que chega aos cinemas americanos esta semana.

“The Stoning of Soraya M.” (O apedrejamento de Soraya M.) é uma dramatização baseada no best-seller do mesmo título escrito por um jornalista franco-iraniano sobre a morte de uma mulher num povoado iraniano em 1986.

O filme estreia em cidades norte-americanas na sexta-feira, em meio ao
ultraje internacional em torno dos protestos e derramamento de sangue
desencadeados no Irã pela eleição presidencial de resultados contestados. O
diretor do filme, Cyrus Nowrasteh, diz que o timing não foi planejado.

O objetivo é criar uma condenação dramática da prática da morte por
apedrejamento, que ainda ocorre em países que incluem Irã, Afeganistão,
Paquistão e Somália, disse Nowrasteh à Reuters.

Nascido nos EUA e de ascendência iraniana, o diretor, que passou parte de
sua infância no Irã, disse: “Basicamente, este filme trata da injustiça.”

“The Stoning of Soraya M.” foi rodado na Jordânia e tem no elenco a atriz
iraniana exilada Shoreh Aghdashloo, cuja personagem conta a um jornalista de passagem a história de sua sobrinha, assassinada depois de ser falsamente
acusada de infidelidade por seu marido, que queria o divórcio.

Nowrasteh disse que o filme não critica o islã ou especificamente o Irã, mas
aqueles que usam a religião para seus objetivos próprios em vários países.

No filme, as autoridades locais utilizam a lei islâmica sharia para incitar
os moradores do povoado a se voltarem contra sua amiga e vizinha.

“O filme mostra que as mulheres ainda são tratadas como cidadãs de segunda
classe em vários países, e que isso precisa mudar,” disse o cineasta.

O chefe do Judiciário iraniano, aiatolá Mahmoud Hashemi-Shahroudi, ordenou a suspensão das execuções por apedrejamento em 2002. Em agosto do ano passado, um porta-voz do Judiciário, Alireza Jamshidi, anunciou a suspensão de algumas execuções por apedrejamento, mas desde então ele disse que os juízes individuais ainda podem ordenar pedrejamentos, enquanto as leis não forem integradas.

A Anistia Internacional disse no mês passado que sete mulheres e dois homens tiveram sua execução por apedrejamento ordenada no Irã, mas que pode haver outros casos.

As leis do Afeganistão e Paquistão também permitem a morte por apedrejamento. Em outubro, islâmicos somalis mataram por apedrejamento uma mulher de 23 anos acusada de adultério. Ela foi enterrada até o pescoço numa praça do porto de Kismayu e morta diante de centenas de pessoas.

Freidoune Sahebjam, o jornalista franco-iraniano que em 1994 publicou o
livro sobre o qual o filme é baseado, morreu quando as lmagens começaram,
mas tinha aprovado o projeto, que é falado em persa.