50.000 visitas !!

11/08/2009 at 9:14 AM | In Cotidiano | 1 Comment
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aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaObrigada aos 50,355 pessoas que já passaram pelo blog Ne quid nimis!!!!

Espero continuar prosseguindo com este trabalho espalhando alegria, amor, esperança e paz aos corações!

 

Abraços de luz

Semíramis Alencar

ANIVERSÁRIO DO QUIOSQUE AZUL

05/07/2009 at 10:52 AM | In Uncategorized | Leave a Comment
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Parabéns pelo Primeiro Aniversário do Quiosque Azul!

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~ Primeiro Aniversário do Quiosque Azul! ~

ANO I – VIVA!

O Quiosque Azul é um lugar em minha vida!!!

Vale a pena ter momentos de paz nesse blog iluminado!!

Renato, que seu blog ainda te traga muitas alegria!!!

Felicidades!!

Semíramis

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Varietas… campanhas sobre adoção, um ato de amor

11/11/2008 at 11:27 PM | In Arte e Cultura, Brasil, Cotidiano, Família, Tecnologia, notícia, política, sociedade | Leave a Comment
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As Variedades Agradam!!
Espaço para informações rapidinhas. Links diretos para os sites. Uma página sempre em construção!
Vídeos que ressaltam a importância da adoção para nossas vidas, para um melhor futuro da humanidade. “Deixai vir a mim as criancinhas, pois elas herdarão o reino de Deus” (JC.)
Campanha Adoção
Adoção, renúncia ao preconceito – vídeo documentário – parte1
 
Adoção, renúncia ao preconceito – vídeo documentário – parte 2
Adoção, renúncia ao preconceito – vídeo documentário – parte 3
Por melhores leis de adoção no País
Adoção Tardia, por quê não?
Adoção de 4 crianças por um casal homossexual de Ribeirão Preto – história
Adoção, o direito da vida em família (Aos Olhos do Pai)
Ne quid nimis no Orkut!!!! Entrem para a Comunidade!!!!!
motivator-4915b94cb645aPara quem ainda não conhece entrem para a comunidade do Ne quid nimis no Orkut
Comentem, comentem comentem e divulguem!!!!
Maria Clara Lucchetti Bingemer *  Publicado inicialmente na coluna , do blog do Jornalista Sidney Rezende
Martim Luther King Jr - Igualdade racial
Há 40 anos, um tiro desfechado em Memphis, Tennessee (EUA), pretendia assassinar um sonho. Acertou apenas na vida biológica do homem que sonhava, mas seu sonho, qual vida des-governada e inebriada de fecundidade, explodiu em milhares e milhões de outros homens e mulheres que continuam sonhando o sonho que não morreu naquele dia.
A 4 de abril de 1968, o pastor batista de 39 anos preparava-se para uma marcha em favor dos direitos dos negros. Uma bala interrompeu sua vida; mas, não seu sonho. Assim como sua vida desde muito jovem era movida pela força do sonho e alavancada pela u-topia que é o motor da história, assim também a bala assassina a atingiu, mas não a eliminou. O jovem Dr. Martin Luther King, sociólogo, doutor pela Universidade de Boston, incansável ativista político em prol dos direitos humanos, muito concretamente dos negros segregados de seu país, deixou de ser um personagem histórico para transformar-se num símbolo.
Antes de ser líder, Martin Luther King foi discípulo. Aprendeu de outro mestre, Mahatma Gandhi, que na Índia dobrou o orgulhoso Império Britânico com suas idéias e ações de desobediência civil não-violenta.
Mais imediatamente aprendeu com a grande mulher negra Rosa Parks, que com sua recusa em ceder o lugar no ônibus a passageiros brancos deflagrou um movimento anti-segregacionista do qual King foi se confirmando como líder. Ele aplicava as idéias de Gandhi e a firmeza permanente de Rosa Parks nos protestos organizados pelo CLCS. Sonhava alto e por isso não se contentava com ações rasteiras e envenenadas por ódio ou vinganças baratas. Com acertada estratégia previu que manifestações não-violentas contra o sistema de segregação predominante no sul dos EUA poderia  criar uma opinião pública favorável ao cumprimento dos direitos civis. E essa foi a ação fundamental que fez do debate acerca dos direitos civis o principal assunto político nos EUA a partir do começo da década de 1960.
Em 1963, King organizou com outros líderes a marcha para Washington, protesto que contou com a participação de mais de 200 mil pessoas em prol dos direitos civis de todos os cidadãos dos EUA.  Nesta marcha, o pastor fez seu mais famoso discurso, onde expressava qual era seu grande sonho, que o movia e pelo qual dava a vida. Assim dizia: “Eu tenho um sonho que um dia esta nação vai se levantar e viver o verdadeiro sentido deste credo: “Cremos que estas verdades são evidentes, de que todos os homens são criados iguais. Eu tenho um sonho de que meus quatro filhos um dia viverão em uma nação onde não serão julgados pela cor de sua pele, mas pelo conteúdo de seu caráter”.
A marcha serviu como um último passo em direção à promulgação da Lei dos Direitos Civis de 1964, que proibiu a segregação racial em locais públicos, empresas e escolas. Em 1964, Martin Luther King, Jr. recebeu o Prêmio Nobel da Paz. Os protestos organizados por King continuaram. Em 1965, ele liderou nova marcha. Uma das conseqüências foi a aprovação da Lei do Direito de Voto, que abolia o uso de exames que visavam impedir a população negra de votar.
A vida e a pessoa de Martin Luther King, neste 40º aniversário de seu assassinato, nos ensinam a importância de sonhar e deixar-se mover pelo sonho. Tudo que se revestiu de alguma influência na história da humanidade encontrou sua origem em algum sonho de um ser humano que não aceitava passivamente a realidade da injustiça e do sofrimento de seus semelhantes.
A figura de King, o homem que sonhava, é mais do que nunca inspiradora para nós hoje, quando a sociedade em que vivemos parece ter apenas objetivos curtos e “líquidos”, sem coragem de se aventurar e arriscar em sonhos ousados e “perigosos”. Não tenhamos medo de sonhar demais, e fazê-lo buscando sempre a paz e a justiça, eis a lição que o líder negro continua nos dando.
[Autora de "Deus amor: graça que habita em nós" (Editora Paulinas), entre outros livros. (www.users.rdc.puc-rio.br/agape)]

Blogagem coletiva: Adoção um ato de amor

11/11/2008 at 7:59 PM | In Brasil, Cotidiano, Educação, Família | 9 Comments
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Esta blogagem coletiva foi proposta pela Geórgia Aegerter e hoje posto meu artigo sobre o generoso gesto da adoção, explicando que, antes de mais nada, considero a adoção pela ótica espiritualista, pois nesse quesito analiso a questão de que famílias constituídas por membros sem laços sanguíneos podem ser tão ou até mais felizes quanto as biológicas. 

Adotar uma criança é sim um ato de amor, incondicional. Segundo Allan Kardec:

 “O corpo procede do corpo, mas o Espírito não procede do Espírito” (Evangelho Segundo o Espiritismo – Kardec, A.)

Quando adotamos, ou pensamos em adotar uma criança, devemos estar cônscios de que entra para nossas vidas um outro ser humano, com uma bagagem afetiva, genética, histórica, diversa da nossa. Por outro lado, se pensarmos bem somos todos adotados, pois ninguém é propriedade de ninguém. Um filho nosso de hoje poderá vir a ser nosso pai ou mãe amanhã. Isso é o que estabelece a lei da reencarnação.

Neste plano terreno, onde tantas são nossas provas e expiações, assumir os cuidados para com uma criança que se encontra sozinha no mundo constitui a um só tempo, formar as bases para se criar um ser humano mais feliz e cumprir com uma etapa de uma encarnação bem sucedida. desta forma ter um filho adotivo ou biológico semper será para a família uma forma de ressarcir debitos anteriores, direta ou indiretamente, independente de serem da família ou da própria criança.

Qualquer pessoa pode adotar uma criança, desde que maior, com condições psicológicas e financeiras estáveis. Há uma crítica quanto aos casais homossexuais serem capazes ou não de adotar uma criança. Pessoalmente acredito que onde há amor, há compromisso e há a necessidade de ser amado, todas as maneiras de amar podem ser possíveis, afinal, são de almas reencarnantes de que estamos falando.  

Aonde há exercício da afetividade e da solidariedade fraterna, há progresso. NO EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO”, Cap. XI, item 9, diz: “Disse Jesus: ‘Amai o vosso próximo como a vós mesmos’. nossa relação com o próximo deveria de ser ilimitada, sem famílias, nações ou seitas para bloqueá-la, ou seja, a humanidade inteira. De livre arbítrio do indivíduo entender se o exercício que está fazendo dentro da relação é de solidariedade, desenvolvimento de laços fraternos, ou se apenas está baseado nas sensações e na busca da sensualidade.

Levando em conta que a constituição de laços de família é uma necessidade do Espírito, a família terrena é um instrumento para a construção da família espiritual. Desta forma, devemos ponderar que, ao adotar uma criança, devemos também estar conscientes de que assumimos a responsabilidade da problemática do ser adotado. O espírito Joana de Angelis nos alerta que os filhos recusados em outras etapas alcançar-nos-ão o lar ou a intimidade por processos transversos. Portanto, se você pensa em adotar uma criança , você pode estar adotando, nada mais nada menos, um ser que de alguma maneira está relacionado com sua vida anterior. Somos todos irmãos, ligados por um mesmo laço: cada indivíduo que passa por nós, nos deixam um pouco de si e leva um pouco de nós, Fernando Pessoa já dizia isso, quem somos nós para refutá-lo?

Entretanto, há aqueles casais que optam por uma união sem filhos, naturais ou adotados. Tal situação  não atende a todas as finalidades do casamento segundo a Doutrina Espírita, uma vez que  “A reprodução é uma Lei da Natureza sem ela o mundo corporal pereceria” (LE, 686). Segundo um planejamento feito anteriormente (no Plano Espiritual), um casal pode chegar a nunca ter filhos, atendendo a tarefas humanitárias, trabalhando pelo próximo, fazendo o bem ser ver a quem, em milhares de orfanatos, asilos, escolas e lares espalhados nesse planeta.

Um casal impossibilitado de ter filhos, agiria de acordo com a Caridade se os adotasse, pois esse seria um caminho de atendimento a algumas dessas denominadas  ”tarefas humanitárias”. Se eles desejam filhos e não os consegue ter é porque certamente estão num processo de reabilitação, que eles podem apressar com a adoção de crianças desvalidas.

Enfim, adotar uma criança é um grande ato de amor e uma solução feliz para aqueles casais que não podem ter filhos ou para os que têm e sentem a necessidade de amparar mais um ser. Desta forma não estamos trazendo para dentro de nossas casas filhos sem pai nem mãe, mas sim, grandes afetos nossos de passadas reencarnações, espíritos com quem devemos nos reajustar. Os Órfãos, no Evangelho Segundo o Espiritismo (Cap 13, item 18), diz:

Os órfãos – 18. Meus irmãos, amai os órfãos. Se soubésseis quanto é triste ser só e abandonado, sobretudo na infância! Deus permite que haja órfãos, para exortar-nos a servir-lhes de pais.

Que divina caridade amparar uma pobre criaturinha abandonada, evitar que sofra fome e frio, dirigir-lhe a alma, a fim de que não desgarre para o vício!

Agrada a Deus quem estende a mão a uma criança abandonada, porque compreende e pratica a sua lei.

Ponderai também que muitas vezes a criança que socorreis vos foi cara noutra encarnação, caso em que, se pudésseis lembrar-vos, já não estaríeis praticando a caridade, mas cumprindo um dever.

Assim, pois, meus amigos, todo sofredor é vosso irmão e tem direito à vossa caridade: não, porém, a essa caridade que magoa o coração, não a essa esmola que queima a mão em que cai, pois freqüentemente bem amargos são os vossos óbolos! Quantas vezes seriam eles recusados, se na choupana a enfermidade e a miséria não os estivessem esperando!

Dai delicadamente, juntai ao beneficio que fizerdes o mais precioso de todos os benefícios: o de uma boa palavra, de uma carícia, e um sorriso amistoso. Evitai esse ar de proteção, que eqüivale a revolver a lâmina no coração que sangra e considerai que, fazendo o bem, trabalhais por vós mesmos e pelos vossos. – Um Espírito familiar. (Paris, 1860.)

Abraços fraternos,

Semíramis Alencar

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NOTA DA AUTORA: Por eu ser espírita, escolhi o tema Adoção perante o espiritismo, pois não concebo a adoção de outro ser sem o devido conhecimento espiritual. Essa é uma visão minha amparada nos ensinamentos de Alan Kardec, os quais acho justos e condizentes com nossa condição de encarnados. Entretanto, considero que muitos colegas possam não concordar com minha visão, por serem de credos diferentes ou mesmo por não possuirem nenhum. Todavia, estamos num país laico, com liberdade de expressão e de culto e achei justo colocar nesta postagem o que acredito ser de mais puro, bom e verdadeiro, o que é vital para a vida de todos os seres humanos.

Abraços Fraternos,

Semíramis Alencar

Confiram lindo vídeo sobre a adoção! outros vídeos sobre a importância da adoção na aba Varietas

Blogagem Coletiva Cecília Meirelles

07/11/2008 at 2:51 PM | In Arte e Cultura, Brasil, Cotidiano, Educação, música | 2 Comments
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Cecília Meirelles

Hoje é dia de homenagear a grande poetisa brasileira, Cecília Meirelles. Cecília Benevides de Carvalho Meireles nasceu em 7 de novembro de 1901, na Tijuca, Rio de Janeiro. Foi a única sobrevivente dos quatros filhos do casal. O pai faleceu três meses antes do seu nascimento, e sua mãe quando ainda não tinha três anos. Criou-a, a partir de então, sua avó D. Jacinta Garcia Benevides. Escreveria mais tarde:

“Nasci aqui mesmo no Rio de Janeiro, três meses depois da morte de meu pai, e perdi minha mãe antes dos três anos. Essas e outras mortes ocorridas na família acarretaram muitos contratempos materiais, mas, ao mesmo tempo, me deram, desde pequenina, uma tal intimidade com a Morte que docemente aprendi essas relações entre o Efêmero e o Eterno.
Mãe, mulher, professora, diplomata, Cecília Meirelles foi uma mulher à frente de seu tempo, pois conseguiu externar toda a sensibilidade e fragilidade de mulher numa aura filosófica, quase onírica, sem perder o contato com a realidade de seu povo  e suas preocupações com o social (principalmente com a educação, sendo ela uma das signatárias do manifesto dos pioneiros da educação Nova de 1932, onde foram elaborados as estratégias educacionais utilizadas ainda hoje, em rompimento com a escola tradicional)
Desta Forma, homenageio cecília com uma coletânea de imagens com algumas de suas frases e poemas que exprimem bem seu pensamento que foi a marca de um período cultural expressivamente único na história da literatura do País.
Confiram detalhes da vida e obra de Cecília Meirelles no Educando O Amanhã
abraços
Se
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(…) Em toda a vida, nunca me esforcei por ganhar nem me espantei por perder. A noção ou o sentimento da transitoriedade de tudo é o fundamento mesmo da minha personalidade.

(…) Minha infância de menina sozinha deu-me duas coisas que parecem negativas, e foram sempre positivas para mim: silêncio e solidão. Essa foi sempre a área de minha vida. Área mágica, onde os caleidoscópios inventaram fabulosos mundos geométricos, onde os relógios revelaram o segredo do seu mecanismo, e as bonecas o jogo do seu olhar. Mais tarde foi nessa área que os livros se abriram, e deixaram sair suas realidades e seus sonhos, em combinação tão harmoniosa que até hoje não compreendo como se possa estabelecer uma separação entre esses dois tempos de vida, unidos como os fios de um pano.”

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