Teatro SP – Avoar e Panos e Lendas
18/04/2009 at 9:59 PM | In Arte e Cultura, Brasil, Comportamento, Cotidiano, Família, cultura, humor, poesia, sociedade, teatro | Leave a CommentTags: adolescentes, agenda cultural, arte, Arte e Cultura, cena teatral, crianças, cultura, São Paulo, teatro, teatro infanto juvenil, teatro SP, temas, Temporada teatral

Avoar - Panos e lendas na Sala Juca Chaves - SP
Panos e Lendas narra a criação do mundo falando do homem, suas raízes, seus costumes, mostrando o ciclo da vida com ternura e simplicidade. Recheado de lendas brasileiras, Parlenda, cantigas de roda e de ninar, como Terezinha de Jesus, o Cravo brigou com a Rosa, Tutu Marambá e outras, cantadas e tocadas ao vivo pelos atores. O espetáculo com 9 anos de sucesso com mais de 950 apresentações! Uma Festa cantada e dançada para todo mundo ver!
Elenco:
Caio Merseguel
Chico Cabrera.
Elaine Eco
Fernanda Capucho
João Rocha
Rita Ivanoff
Weslei Soares
Texto: Vladimir Capella e José Geraldo Rocha.
Direção: Chico Cabrera.
Visite nosso site www.ciapicnic.com
Espetáculos para escolas, empresas e grupos (11) 4232-2590
Teatro Juca Chaves
Rua João Cachoeira 899, Itaim Bibi – Supermercado Extra (11)30730044
Sábado 16 H . Até 23 de maio.
Ingressos R$ 26,00
Desconto de 50% por ingresso, trazendo um pacote de leite em pó.
Estacionamento gratuito. Duração 70 minutos.
AVOAR
Ambientado em uma metrópole qualquer, entre edifícios representados por escadas,
e em meio à confusão do dia a dia, personagens transformam a realidade melancólica
em diversão e alegria, através de brincadeiras e cantigas.
Eles saem então em busca do desejo de encontrar “Uma Lua, Uma Palmeira e Uma Canção”, pedidos feitos na brincadeira Boca de Forno.
A partir daí o enredo ganha forma através de um jogo lúdico de ação e de
belas canções. O espetáculo passeia por cantigas de roda, parlenda, brincadeiras de rua, como Senhora Dona Sancha, São João Dararão, Mãe da Mula, João Bobo, Balança Caixão, entre outras, transformando a cidade fria num lugar alegre, colorido e cheio de vida. As músicas são executadas ao vivo pelo elenco.
Elenco:
Caio Merseguel (Violoncelo)
Elaine Eco (Violoncelo)
Gabriel Ivanoff (Flauta transversal, Saxofone e Cavaquinho)
João Rocha (Violão)
Rita Ivanoff
Weslei Soares (Violão)
Texto – Vladimir Capella
Direção Musical – Thiago Freire
Direção Geral – Chico Cabrera
Teatro Juca Chaves
Rua João Cachoeira 899, Itaim Bibi – Supermercado Extra (11)3073-0044
Domingos 16 H – Ingressos R$ 26,00 até 24 de maio.duração 55 minutos
Desconto de 50% por ingresso, trazendo um pacote de leite em pó.
350 lugares – duração 55 minutos
www.ciapicnic.com
Espetáculos para escolas e empresas (11) 4232-2590
Estacionamento gratuito. ATÉ 24 de maio
TEATRO – Ives, O Poder do Perdão
18/04/2009 at 9:32 PM | In Arte e Cultura, Brasil, Campanhas, Comportamento, Cotidiano, Educação, Espiritismo, Família, História, Humanidade, Justiça, TEATRO ESPÍRITA, biografia, cultura, notícia, sociedade, teatro | 1 CommentTags: arte, Arte e Cultura, artes cênicas, atualidade, Cotidiano, Espiritismo, Humanidade, Ives Ota, Justiça, perdão, São Paulo, teatro, Teatro Espírita

Peça espírita conta a história do menino Ives Ota
Em cartaz no Teatro Eva Wilma em São Paulo a história do menino Ives Ota – Uma história de crime e perdão. Ives foi tirado de sua casa e brutalmente assassinado em 1997, ao ter reconhecido como um dos sequestradores, um dos seguranças de seu pai, Massataka Ota.
O Semeador de Estrelas – a bem humorada história de Divaldo Franco
21/01/2009 at 10:02 PM | In Arte e Cultura, Brasil, Cotidiano, Espiritismo, Família, TEATRO ESPÍRITA, biografia, cultura, humor, música, notícia, teatro | 1 CommentTags: Arte e Cultura, artes cênicas, Copacabana, Divaldo Franco, Divaldo Pereira Franco, Rio de Janeiro, teatro, Teatro Espírita, teatro para família, Teatro Princesa Isabel
Conversando com o ator Renato Prieto, soube que ele está ensaiando para estrear no dia 13/03 a peça “O Semeador de Estrelas”, a vida bem humorada e engraçada de Divaldo Franco.
A temporada de ”E A Vida Continua” se encerrará no dia 15/02.
Maiores detalhes em breve, não deixem de prestigiar!!!!
Ùltimas Apresentações de “E a vida continua”
14/01/2009 at 1:46 AM | In Arte e Cultura, Comportamento, Cotidiano, Espiritismo, Família, humor, sociedade, teatro | Leave a CommentTags: agenda cultural, Arte e Cultura, artes cênicas, cena teatral, cultura, Espiritismo, espiritualidade, sociedade, teatro, Teatro Espírita, teatro para família, Teatro Princesa Isabel
Ultimas Apresentações: ” E A VIDA CONTINUA…”
Psicografado por: Chico Xavier
Adaptação: Cyrano Rosalém
Direção: Renato Prieto
Elenco: Renato Prieto / Cyrano Rosalém / Priscila Danny / Sylvia de Silva / Patrick Dadalto / Adriana Mattos / Luciano Cazz / Vania Veiga / Alexandre Wacker
TEATRO PRINCESA ISABEL –
AV P. ISABEL 186 – COPACABANA
SEXTA A DOM. 19h30 – TEL 2275.3346 – 2208.5258
CLASSIFICAÇÃO : 10 ANOS
LOCAL: LONA CULTURAL GILBERTO GIL – REALENGO
Av. Marechal Fontenelle, 5.000-Realengo Tel. 3462-0774
DIA: 18 DE JANEIRO – DOMINGO ÀS 17:00 HORAS
LOCAL: LONA CULTURAL JOÃO BOSCO – VISTA ALEGRE
Av. São Felix , 601-Vista Alegre Tel. 2482-4200
DIA: 25 DE JANEIRO – DOMINGO ÀS 17:00 HORAS
LOCAL: LONA CULTURAL HERMETO PASCOAL – BANGU
Praça 1º de março s/nº – Bangu Tel. 3332-4949
DIA: 08 DE FEVEREIRO – DOMINGO ÀS 17:00 HORAS
LOCAL: LONA CULTURAL JACOB DO BANDOLIN – JACAREPAGUÁ
Praça Geraldo Simonard – Pechincha Tel.2425-4579
DIA: 15 DE FEVEREIRO – DOMINGO ÀS 17:00 HORAS
Esta mensagem foi enviada por Patrick Dadalto.
Quem morre – Pablo Neruda
01/12/2008 at 7:58 PM | In Arte e Cultura, Cotidiano, Educação, História, literatura, poesia | 2 CommentsTags: Arte e Cultura, Educação, História, literatura, morte, Pablo Neruda, poemas, poesias, política, sabedoria, sociedade, vida, viver
Quem Morre – Pablo Neruda
Quem morre? Morre lentamente Quem se transforma em escravo do hábito, repetindo todos os dias os mesmos trajetos, quem não muda de marca, não se arrisca a vestir uma nova cor ou não conversa com quem não conhece. Morre lentamente quem faz da televisão o seu guru.
Morre lentamente quem evita uma paixão, quem prefere o preto no branco e os pingos sobre os “is” em detrimento de um redemoinho de emoções, justamente as que resgatam o brilho dos olhos, sorrisos dos bocejos, corações aos tropeços e sentimentos.
Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz com o seu trabalho, quem não arrisca o certo pelo incerto para ir atrás de um sonho, quem não se permite pelo menos uma vez na vida, fugir dos conselhos sensatos.
Morre lentamente quem não viaja, quem não lê, quem não ouve música, quem não encontra graça em si mesmo.
Morre lentamente quem destrói o seu amor-próprio, quem não se deixa ajudar.
Morre lentamente, quem passa os dias queixando-se da sua má sorte ou da chuva incessante.
Morre lentamente, quem abandona um projeto antes de iniciá-lo, não pergunta sobre um assunto que desconhece ou não responde quando lhe indagam sobre algo que sabe.
Evitemos a morte em doses suaves, recordando sempre que estar vivo exige um esforço muito maior que o simples ato de respirar. Somente a perseverança fará com que conquistemos um estágio esplêndido de felicidade.
Pablo Neruda.
O LÚCIDO DO LÚDICO
Batizado como Neftali Ricardo Reyes, o poeta e diplomata Pablo Neruda nasceu, em Parral, no Chile, em julho de 1904. Adotou o pseudônimo “Pablo Neruda”, em homenagem ao poeta tcheco Jan Neruda.
Foi em Temuco que Neruda começou a encantar o mundo com sua poesia. Em 1921, no intuito de continuar seus estudos, vai para Santiago, onde publica seu primeiro livro “Crepusculário”. Já em 1924, ele publica “Vinte Poemas de Amor e uma Canção Desesperada”, que acabou por se tornar sua obra de maior popularidade, onde podemos encontrar reunidas, em um único livro, algumas das mais belas poesias de amor já escritas.
Em sua carreira diplomática, Neruda foi Cônsul em vários países entre os anos de 1927 a 1933. Socialista entusiasta, disseminava estes ideais pelos países por onde passava. Ao iniciar-se a Segunda Guerra Mundial foi nomeado Cônsul em Buenos Aires, onde conheceu o poeta espanhol Frederico Garcia Lorca, de quem era profundo admirador.
Em 1934, Neruda é transferido para Barcelona e depois para Madrid em 1935. Em meio à Guerra Civil Espanhola, ele publica o poema “Espanha no Coração”, onde declara o amor pelo novo país e busca em versos demonstrar seus anseios pela paz.
Regressou ao Chile em 1945 e no mesmo ano recebeu o “Prêmio Nacional de Literatura”. Neruda sai do país, após o Partido Comunista Chileno ser colocado na ilegalidade.
Depois de suas andanças pelo mundo, Neruda retorna ao Chile em 1970, para retirar sua candidatura à presidência em prol de seu amigo Salvador Allende, que é eleito. No período de 1970-72, exerce o cargo de Embaixador do Chile em Paris. Em 1971, recebe o “Prêmio Nobel de Literatura”.
De volta ao Chile em 1973, encontra um quadro de grande instabilidade política no país, que culmina num dos mais sangrentos golpes militares já vistos na América Latina, em 11 de setembro. Pouco tempo depois, em 23 de setembro, Neruda – que já havia retornado enfermo -, morre em circunstâncias pouco claras.
Neruda, este poeta que buscou no lirismo a lucidez para construir um mundo livre das injustiças, nos deixou muito mais do que sua belíssima obra. Ele nos ensinou, nos ensina e continuará nos ensinando e nos revitalizando através de seus versos, de suas metáforas, seus sonhos que ainda hoje são atuais e ompartilhados.
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