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	<title>Comentários sobre Ne Quid Nimis...</title>
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	<description>Nada demais: nem um saber minimalista, nem a complexidade de uma tese.</description>
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		<title>Comentário sobre Espiritualidade e Ciência &#8211; mais de 200 livros espíritas por Márcia Furtado</title>
		<link>http://nequidnimis.wordpress.com/2009/08/26/espiritualidade-e-ciencia-mais-de-200-livros-espiritas/#comment-696</link>
		<dc:creator>Márcia Furtado</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 Nov 2009 00:26:41 +0000</pubDate>
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		<description>www.bibliadocaminho.com.br
entrem neste site e instalem o eBook espírita O Caminho.
Obra completa de Allan Kardec, todos os livros psicografados por Chico Xavier, e mais.
Todos os livros interligados entre si.
Conheçam e divulguem, por caridade.
Márcia</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.bibliadocaminho.com.br" rel="nofollow">http://www.bibliadocaminho.com.br</a><br />
entrem neste site e instalem o eBook espírita O Caminho.<br />
Obra completa de Allan Kardec, todos os livros psicografados por Chico Xavier, e mais.<br />
Todos os livros interligados entre si.<br />
Conheçam e divulguem, por caridade.<br />
Márcia</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Blogs Espíritas por semiramisalencar</title>
		<link>http://nequidnimis.wordpress.com/blogs-espiritas/#comment-695</link>
		<dc:creator>semiramisalencar</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 07 Nov 2009 19:04:49 +0000</pubDate>
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		<description></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi, Ademrio </p>
<p>Obrigada, muito obrigada pelo acrstico to lindo que voc colocou nos meus comentrios. Que bom que voc gostou da indicao de seu blog, fico feliz pois amo ajudar as pessoas a conseguirem reconhecimento por suas aes. Um beijo e muitas alegrias </p>
<p>Semramis Pousada Challet do RibeiroRedescubra a Natureza em Itamonte, sul de Minas Gerais 35)3363-3281 / 35)9169-9955 Ne quid nimisEducando o Amanh</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Blogs Espíritas por Ademário da Silva</title>
		<link>http://nequidnimis.wordpress.com/blogs-espiritas/#comment-694</link>
		<dc:creator>Ademário da Silva</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 07 Nov 2009 15:03:57 +0000</pubDate>
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		<description>Só um mimo de agradecimento

Semir amis alencar 

S	alve o 
E	studo, a 
M	úsica e a inteligência e a 
I	nteireza dos seus objetivos
R	azão inclusa!

A	me a si e a todos e o 
M	undo que oportuniza 
I	ncluindo os desatentos e desavisados 
S	audando a vida sempre com essa atitude! 

 A	tenta ao momento e a expectativa de realização que sempre vêm 
L	ivre como a brisa que refrigera, junte a sua...
E	spiritualidade acesa em seu próprio interior 
N	avegando lucidamente nos mares ideais 
C	omo vento que não se impede em vãos obstáculos 
A	grega os amores, os amigos e os afetos sob os efeitos da afinidade 
R	eúna a intuição e a mediunidade nas trilhas da parceria! 
*** 
Feliz pela inclusão do meu blog em seus trabalhos e desejando que a vida lhe permita tudo que seja suficiente para você... 

Abraços fraternos 
Ademário da Silva...   Muito obrigado e que Deus lhe abençoe.
07/novembro/2009</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Só um mimo de agradecimento</p>
<p>Semir amis alencar </p>
<p>S	alve o<br />
E	studo, a<br />
M	úsica e a inteligência e a<br />
I	nteireza dos seus objetivos<br />
R	azão inclusa!</p>
<p>A	me a si e a todos e o<br />
M	undo que oportuniza<br />
I	ncluindo os desatentos e desavisados<br />
S	audando a vida sempre com essa atitude! </p>
<p> A	tenta ao momento e a expectativa de realização que sempre vêm<br />
L	ivre como a brisa que refrigera, junte a sua&#8230;<br />
E	spiritualidade acesa em seu próprio interior<br />
N	avegando lucidamente nos mares ideais<br />
C	omo vento que não se impede em vãos obstáculos<br />
A	grega os amores, os amigos e os afetos sob os efeitos da afinidade<br />
R	eúna a intuição e a mediunidade nas trilhas da parceria!<br />
***<br />
Feliz pela inclusão do meu blog em seus trabalhos e desejando que a vida lhe permita tudo que seja suficiente para você&#8230; </p>
<p>Abraços fraternos<br />
Ademário da Silva&#8230;   Muito obrigado e que Deus lhe abençoe.<br />
07/novembro/2009</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Como a Doutrina Espírita encara o Dia de Finados? por ademario</title>
		<link>http://nequidnimis.wordpress.com/2009/11/04/como-a-doutrina-espirita-encara-o-dia-de-finados/#comment-693</link>
		<dc:creator>ademario</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 07 Nov 2009 00:26:49 +0000</pubDate>
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		<description>Finados 

Os entes queridos que já deixaram as vestes humanas e vivem agora num outro ambiente, onde a lei da gravidade não tem tanto sentido, se reúnem na sala do tempo pra recolherem vibrações, lamentos e pesares e consolarem os os desorientados, incrédulos e desavisados que não buscam saber mais da vida, pra entenderem a morte. Mas, também recebem e distribuem as emanações advindas dos relacionamentos saudáveis e sinceros, respeitosos e afetivos, amorosos e afins, que a as alegrias do reencontro nos portais da sensibilidade extra sensorial, que se nos caracteriza o ser, o viver e o sentir nas pautas vivas da fé e da confiança, que decorrem de um aprendizado evangélico lúcido e inteligente, destituído de fantasias e óbices desnecessários á vida do espírito livre das injunções materiais...

Ao meu modo de ver o “dia de finados” para cultuar o dia dos mortos já é uma contradição milenar, que não tem e nunca terá sentido nos moldes em que é vivenciado. 

O corpo a natureza silencia mas,  a alma segue em outros quadrantes, alcança latitudes e longitudes que os cinco sentidos não logram captar sem dificuldades de percepção, de entendimento e compreensão de fenômenos que são tão naturais quanto os biológicos e pluviais... 

E certamente o cemitério não é o ambiente mais adequado ao reencontro entre os seres que viveram por tempos sob o teto das mesmas emoções e objetivos... Por que neste ambiente as recordações, tanto para os que se foram ás outras dimensões quanto para os que ficaram por aqui, elas são de despedidas, de dores e lamentações. Na grande maioria dos casos configuram revoltas e incompreensões, desesperos e desequilíbrios, cujas vibrações impregnam o ambiente de emanações dolorosas, de tão profundas tristezas e convulsivas choradeiras, que voltar ao mesmo ponto é rever as fotografias do pensamento, que se nos ensinou Kardec, é obrigar-se a assistir, agora pelos canais da lembrança, aquela criança que a bala perdida ceifou, aquele pai tão querido que já não permite mais contato físico; aquela mãe tão terna e guerreira que a morte tomou ao nosso convívio; assim o irmão e a irmã, os avós, os amigos e amigas que fogem aos nossos olhos e tato e deixam de governar o próprio corpo... 

Assim como o velório se faz incapaz de atender ás necessidades de despedidas e compreensão sobre as ocorrências da morte o “culto” de finados, até por que ninguém findou-se, precisa ser repensado, reemoldurado, trazendo para os envolvidos uma outra ótica de convivência com a saudade, que é o que realmente fica, tanto para os daqui quanto para os que estão além das percepções sensoriais físicas, afim de que se alcance neste dia, uma fonte maior de consolo e entendimento, principalmente aos recém saídos, assim como para os recém ficados. 
Sim, por que a morte nos envolve em seus braços corretivos, á todo instante, aqui neste orbe de provas e expiações... 

O conhecimento espírita é o farol de compreensão, de aceitação das leis divinas e naturais, que orbitam em torno da necessidade de vir e voltar... Ele é capaz de resolver todos os enigmas que emolduram e os que constituem o foco principal de tais ocorrências. Nascemos sozinhos por que a responsabilidade de viver é nossa, desencarnamos também sozinhos, por quanto devemos responder á própria consciência os resultados dessa experiência nos refolhos da envergadura humana... 

Num dia como hoje os versos da saudade devem ser a prece capaz de magnetizar as lembranças no prisma das afeições e do respeito. O corpo desfeito ou quase, no túmulo não nos permite estreitar-lhe nos braços, mas, a memória, os sentimentos, as atitudes, o modo de ser, de conversar e resolver, daquele ou daquela que não se encontra entre nós, devem ser os valores a configurarem o poema da lembrança... 

As rimas das afeições marcam o compasso da saudade 
E cada verso á lembrar um gesto, um sorriso e um abraço 
Ternos beijos e promessas que só a imortalidade é capaz de cumprir 
Costuram uma outra túnica pra essa relação de amor 
De afeição, de respeito, de compreensão, de amar e de sentir!  
De que se Deus assim fez, é que é pra ser assim mesmo 
Traga seu ente querido á mesa da compreensão 
Entabule um diálogo de afeição 
Faça os versos da oração serem imprimidos pela luz do coração 
Se comprometam com a força e a coragem que Jesus ensinou 
E nos sensores da mediunidade chore de saudade 
Mas, também por compreensão 
Sente-se também á cadeira do entendimento 
E por alguns momentos sacie seu coração 
Na luz dessa amizade, no amor desse clarão 
Que a mediunidade, mãe da afeição 
Te oferece no cálice da emoção! 
Agradeça ao Criador a certeza da imortalidade 
Acenda o coração 
Estenda a afeição 
Entoe uma nova canção 
A vida está certa 
E a morte não erra 
Não está no frio da terra, jamais no abandono 
Nem mesmo no silêncio do ostracismo 
O vínculo desse amor que o espiritismo 
Coloca acima de qualquer suspeita, dúvida ou incerteza 
A luz da saudade está nos braços da verdade! 

Ademário da Silva **** 1º/novembro/2009 ** SOESFALUZCA</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Finados </p>
<p>Os entes queridos que já deixaram as vestes humanas e vivem agora num outro ambiente, onde a lei da gravidade não tem tanto sentido, se reúnem na sala do tempo pra recolherem vibrações, lamentos e pesares e consolarem os os desorientados, incrédulos e desavisados que não buscam saber mais da vida, pra entenderem a morte. Mas, também recebem e distribuem as emanações advindas dos relacionamentos saudáveis e sinceros, respeitosos e afetivos, amorosos e afins, que a as alegrias do reencontro nos portais da sensibilidade extra sensorial, que se nos caracteriza o ser, o viver e o sentir nas pautas vivas da fé e da confiança, que decorrem de um aprendizado evangélico lúcido e inteligente, destituído de fantasias e óbices desnecessários á vida do espírito livre das injunções materiais&#8230;</p>
<p>Ao meu modo de ver o “dia de finados” para cultuar o dia dos mortos já é uma contradição milenar, que não tem e nunca terá sentido nos moldes em que é vivenciado. </p>
<p>O corpo a natureza silencia mas,  a alma segue em outros quadrantes, alcança latitudes e longitudes que os cinco sentidos não logram captar sem dificuldades de percepção, de entendimento e compreensão de fenômenos que são tão naturais quanto os biológicos e pluviais&#8230; </p>
<p>E certamente o cemitério não é o ambiente mais adequado ao reencontro entre os seres que viveram por tempos sob o teto das mesmas emoções e objetivos&#8230; Por que neste ambiente as recordações, tanto para os que se foram ás outras dimensões quanto para os que ficaram por aqui, elas são de despedidas, de dores e lamentações. Na grande maioria dos casos configuram revoltas e incompreensões, desesperos e desequilíbrios, cujas vibrações impregnam o ambiente de emanações dolorosas, de tão profundas tristezas e convulsivas choradeiras, que voltar ao mesmo ponto é rever as fotografias do pensamento, que se nos ensinou Kardec, é obrigar-se a assistir, agora pelos canais da lembrança, aquela criança que a bala perdida ceifou, aquele pai tão querido que já não permite mais contato físico; aquela mãe tão terna e guerreira que a morte tomou ao nosso convívio; assim o irmão e a irmã, os avós, os amigos e amigas que fogem aos nossos olhos e tato e deixam de governar o próprio corpo&#8230; </p>
<p>Assim como o velório se faz incapaz de atender ás necessidades de despedidas e compreensão sobre as ocorrências da morte o “culto” de finados, até por que ninguém findou-se, precisa ser repensado, reemoldurado, trazendo para os envolvidos uma outra ótica de convivência com a saudade, que é o que realmente fica, tanto para os daqui quanto para os que estão além das percepções sensoriais físicas, afim de que se alcance neste dia, uma fonte maior de consolo e entendimento, principalmente aos recém saídos, assim como para os recém ficados.<br />
Sim, por que a morte nos envolve em seus braços corretivos, á todo instante, aqui neste orbe de provas e expiações&#8230; </p>
<p>O conhecimento espírita é o farol de compreensão, de aceitação das leis divinas e naturais, que orbitam em torno da necessidade de vir e voltar&#8230; Ele é capaz de resolver todos os enigmas que emolduram e os que constituem o foco principal de tais ocorrências. Nascemos sozinhos por que a responsabilidade de viver é nossa, desencarnamos também sozinhos, por quanto devemos responder á própria consciência os resultados dessa experiência nos refolhos da envergadura humana&#8230; </p>
<p>Num dia como hoje os versos da saudade devem ser a prece capaz de magnetizar as lembranças no prisma das afeições e do respeito. O corpo desfeito ou quase, no túmulo não nos permite estreitar-lhe nos braços, mas, a memória, os sentimentos, as atitudes, o modo de ser, de conversar e resolver, daquele ou daquela que não se encontra entre nós, devem ser os valores a configurarem o poema da lembrança&#8230; </p>
<p>As rimas das afeições marcam o compasso da saudade<br />
E cada verso á lembrar um gesto, um sorriso e um abraço<br />
Ternos beijos e promessas que só a imortalidade é capaz de cumprir<br />
Costuram uma outra túnica pra essa relação de amor<br />
De afeição, de respeito, de compreensão, de amar e de sentir!<br />
De que se Deus assim fez, é que é pra ser assim mesmo<br />
Traga seu ente querido á mesa da compreensão<br />
Entabule um diálogo de afeição<br />
Faça os versos da oração serem imprimidos pela luz do coração<br />
Se comprometam com a força e a coragem que Jesus ensinou<br />
E nos sensores da mediunidade chore de saudade<br />
Mas, também por compreensão<br />
Sente-se também á cadeira do entendimento<br />
E por alguns momentos sacie seu coração<br />
Na luz dessa amizade, no amor desse clarão<br />
Que a mediunidade, mãe da afeição<br />
Te oferece no cálice da emoção!<br />
Agradeça ao Criador a certeza da imortalidade<br />
Acenda o coração<br />
Estenda a afeição<br />
Entoe uma nova canção<br />
A vida está certa<br />
E a morte não erra<br />
Não está no frio da terra, jamais no abandono<br />
Nem mesmo no silêncio do ostracismo<br />
O vínculo desse amor que o espiritismo<br />
Coloca acima de qualquer suspeita, dúvida ou incerteza<br />
A luz da saudade está nos braços da verdade! </p>
<p>Ademário da Silva **** 1º/novembro/2009 ** SOESFALUZCA</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Nas entrelinhas da vida por Renata Seixas</title>
		<link>http://nequidnimis.wordpress.com/2009/11/06/nas-entrelinhas-da-vida/#comment-692</link>
		<dc:creator>Renata Seixas</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 17:17:25 +0000</pubDate>
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		<description>Amigos,
Ontem, mais uma vez estava prevista a votação da emenda constitucional 98/07, a nossa PEC da Música. A liderança do governo na Câmara e o PMDB (partido do governo do Amazonas) obstruíram a votação, pois queriam ajustes no texto.
Foram mais de seis horas de reunião junto com o secretário da Receita Federal, bancada do Amazonas e lideranças do governo no Ministério das Relações Institucionais, a fim de se chegar a um consenso na redação da proposta. Ao final, alcançamos um texto que avança, pois introduz a música brasileira na Constituição Federal.
O líder do governo, deputado Henrique Fontana, está publicamente incumbido de providenciar a última consulta ao ministro da Fazenda, Guido Mantega, nesta próxima semana. O presidente da Câmara dos Deputados, Michel Temer, está ciente e prometeu colocar o texto em votação. Nosso objetivo é produzir um consenso sobre a matéria e facilitar a aprovação da PEC da Música pelo Congresso Nacional. 

Otavio Leite
Deputado Federal</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Amigos,<br />
Ontem, mais uma vez estava prevista a votação da emenda constitucional 98/07, a nossa PEC da Música. A liderança do governo na Câmara e o PMDB (partido do governo do Amazonas) obstruíram a votação, pois queriam ajustes no texto.<br />
Foram mais de seis horas de reunião junto com o secretário da Receita Federal, bancada do Amazonas e lideranças do governo no Ministério das Relações Institucionais, a fim de se chegar a um consenso na redação da proposta. Ao final, alcançamos um texto que avança, pois introduz a música brasileira na Constituição Federal.<br />
O líder do governo, deputado Henrique Fontana, está publicamente incumbido de providenciar a última consulta ao ministro da Fazenda, Guido Mantega, nesta próxima semana. O presidente da Câmara dos Deputados, Michel Temer, está ciente e prometeu colocar o texto em votação. Nosso objetivo é produzir um consenso sobre a matéria e facilitar a aprovação da PEC da Música pelo Congresso Nacional. </p>
<p>Otavio Leite<br />
Deputado Federal</p>
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