TEATRO – Ives, O Poder do Perdão

 
Peça espírita conta a história do menino Ives Ota

Peça espírita conta a história do menino Ives Ota

Em cartaz no Teatro Eva Wilma em São Paulo a história do menino Ives Ota – Uma história de crime e perdão. Ives foi tirado de sua casa e brutalmente assassinado em 1997,  ao ter reconhecido como um dos sequestradores, um dos seguranças de seu pai, Massataka Ota.

A família perdoou os assassinos do filho numa prova de que somente através do amor e do perdão o ser humano pode ser feliz.
O texto foi escrito pela mãe de Ives Ota, Keiko Ota. Atualmente, em nome da solidariedade, Keiko e Massataka realizam palestras, cursos e encontros junto a escolas, unidades da Febem e entidades carentes.  “Nosso intuito é confortar as pessoas que sentiram a mesma dor que nós e mostrar que o perdão é uma lição de vida para todos”, explicam. Com a ONG, que existe há quase 10 anos, os Ota amparam e orientam famílias vítimas da violência e da carência social.
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3 comentários sobre “TEATRO – Ives, O Poder do Perdão

  1. Perdoar

    Sim, deves perdoar! Perdoar e esquecer a ofensa que te colheu de surpresa, quase dilacerando a tua paz. Afinal, o teu opositor não desejou ferir-te realmente, e, se o fez com essa intenção, perdoa ainda, perdoa-o com maior dose de compaixão e amor.

    Ele deve estar enfermo, credor, portanto, da misericórdia do perdão.
    Ante a tua aflição, talvez ele sorria. A insanidade se apresenta em face múltipla e uma delas é a impiedade, outra o sarcasmo, podendo revestir-se de aspectos muito diversos.

    Se ele agiu, cruciado pela ira, assacando as armas da calúnia e da agressão, foi vitimado por cilada infeliz da qual poderá sair desequilibrado ou comprometido organicamente. Possivelmente, não irá perceber esse problema, senão mais tarde.

    Quando te ofendeu deliberadamente, conduzindo o teu nome e o teu caráter ao descrédito, em verdade se desacreditou ele mesmo.
    Continuas o que és e não o que ele disse a teu respeito.

    Conquanto justifique manter a animosidade contra tua pessoa, evitando a reaproximação, alimenta miasmas que lhe fazem mal e se abebera da alienação com indisfarçável presunção.

    Perdoa, portanto, seja o que for e a quem for.
    O perdão beneficia aquele que perdoa, por propiciar-lhe paz espiritual, equilíbrio emocional e lucidez mental.

    Felizes são os que possuem a fortuna do perdão para a distender largamente, sem parcimônia.
    O perdoado é alguém em débito; o que perdoou é espírito em lucro.

    Se revidas o mal és igual ao ofensor; se perdoas, estás em melhor condição; mas se perdoas e amas aquele que te maltratou, avanças em marcha invejável pela rota do bem.

    Todo agressor sofre em si mesmo. É um espírito envenenado, espargindo o tóxico que o vitima. Não desças a ele senão para o ajudar.

    Há tanto tempo não experimentavas aflição ou problema – graças à fé clara e nobre que esflora em tua alma – que te desacostumaste ao convívio do sofrimento. Por isso, estás considerando em demasia o petardo com que te atingiram, valorizando a ferida que podes de imediato cicatrizar.

    Pelo que se passa contigo, medita e compreenderás o que ocorre com ele, o teu ofensor.
    O que te é Inusitado, nele é habitual.
    Se não te permitires a ira ou a rebeldia – perdoarás!

    A mão que, em afagando a tua, crava nela espinhos e urze que carrega, está ferida ou se ferirá simultaneamente. Não lhe retribuas a atitude, usando estiletes de violência para não aprofundares as lacerações.
    O regato singelo, que tem o curso impedido por calhaus e os não pode afastar, contorna-os ou para, a fim de ultrapassá-los e seguir adiante.
    A natureza violentada pela tormenta responde ao ultraje reverdescendo tudo e logo multiplicando flores e grãos.
    E o pântano infeliz, na sua desolação, quando se adorna de luar, parece receber o perdão da paisagem e a benéfica esperança da oportunidade de ser drenado brevemente, transformando-se em jardim.

    Que é o “Consolador”, que hoje nos conforta e esclarece, conduzindo uma plêiade de Embaixadores dos Céus para a Terra, em missão de misericórdia e amor, senão o perdão de Deus aos nossos erros, por intercessão de Jesus?!

    Perdoa, sim, e intercede ao Senhor por aquele que te ofende, olvidando todo o mal que ele supõe ter-te feito ou que supões que ele te fez, e, se o conseguires, ama-o, assim mesmo como ele é.

    “Não vos digo que perdoeis até sete vezes, mas até setenta vezes sete vezes”. Mateus: 18-22.
    “A misericórdia é o complemento da brandura, porquanto aquele que não for misericordioso não poderá ser brando e pacifico. Ela consiste no esquecimento e no perdão das ofensas”. O Evangelho Segundo O Espiritismo, Cap. X – Item 4.

    Autor: Joanna de Ângelis
    Psicografia de Divaldo Franco. Livro: Florações Evangélicas

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  2. E muito bom saber q ainda existe pessoas capaz de perdoar tamanha crueldade com uma criança sem nenhuma maldade, pessoas devem perguntar a todo o tempo como isso foi possível mais sabemos q apenas foi possível o acontecimento deste fato pelo o amor incondicional q vcs sentiam pelo seu tão amado e pequeno Ives!!!
    Ele era muito amado e vai continuar sendo sempre lembrado atráves da ONG criada por vcs, ele vai ficar pra sempre na história e nunca será esquecido pois ele é muito importante para uma grade lição de vida!!!

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